
Título: 1922 A Semana Que Não Terminou
Autor: Marco Augusto Gonçalves
Sinopse: Numa narrativa que mescla linguagem jornalística e relato histórico, do livro “1922 – A Semana que Não Terminou”, o autor Marcos Augusto Gonçalves autor dá vida aos personagens e descreve as jornadas do Teatro Municipal. A obra foi lançada no início de fevereiro. O livro incorpora críticas que têm sido feitas, desde a década de 1980, a algumas “verdades” consagradas pela historiografia e pelo senso comum. Um exemplo é a ideia de que a arte e a literatura dos anos que antecederam a Semana seriam em bloco “acadêmicas” ou “passadistas”. O autor procura reavaliar a participação do Rio de Janeiro naqueles anos de formação da modernidade artística, e inscreve os jovens personagens de 1922 numa rede de relações pessoais ampla e complexa — na qual trafegam oligarcas, playboys, mecenas, mulheres fatais, “imortais” da Academia e poetas “passadistas”.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “1922 A Semana Que Não Terminou”, de Marco Augusto Gonçalves, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2012 e com 376 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 376
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
