
Título: 1971: No Auge da Repressão
Autor: Reinoldo Atem
Sinopse: “1971 – o texto mais extenso, elaborado e ambicioso até agora do poeta Reinoldo ‘Dia do Trabalho’ Atem – amplia a literatura que dá testemunho sobre o episódio mais trágico e sinistro dos anais de uma terra de história incruenta e de homens cordiais. (…) brutal de cenas, climas, ambientes. Sem herói nem anti-herói, onde os diálogos atropelam-se, sem a marcação acadêmica do campo e contracampo da ficção convencional, com começo meio e fim. 1971 é inclassificável. Nem romance, nem relato. Um fluxo bruto e brutal de cenas, climas, ambientes. Sem herói nem anti-herói, onde os diálogos atropelam-se, sem a marcação acadêmica do campo e contracampo da ficção convencional, com começo meio e fim.” Paulo Leminski
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “1971: No Auge da Repressão”, de Reinoldo Atem, publicado pela editora Editora InVerso, em 2014 e com 80 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Editora InVerso
Páginas: 80
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788562266836
Sobre a editora
Os livros da editora Editora InVerso costumam trazer narrativas que exploram a intimidade humana, a memória afetiva e questões existenciais, frequentemente com um tom poético e sensível. O catálogo revela uma atenção especial a temas ligados à infância, família e relações interpessoais, mesclando obras de literatura infantil com textos que dialogam com adultos, seja por meio de contos, crônicas ou relatos pessoais. Há também espaço para obras que abordam desafios sociais e históricos, como o pioneirismo de personagens reais e episódios marcantes, sempre com uma linguagem que privilegia a reflexão e o envolvimento emocional. O ritmo das obras varia entre o contemplativo e o mais dinâmico, com histórias que ora se apresentam como fluxos de consciência, ora como relatos estruturados, mas sempre com uma escrita que valoriza a voz singular do autor.
