
Título: A abadia de Northanger
Autor: JANE AUSTEN
Sinopse: A abadia de Northanger retrata o balneário de Bath, Inglaterra, frequentado por Jane Austen e sua família, na obra protagonizada por Catherine Morland. Em meio aos passeios e bailes, a moça conhece outros jovens da cidade, entre eles John Thorpe e Henry Tillney, inseridos no mundo da literatura e da história, revelando assim à ingênua Morland os deleites de grandes romances. O general Tillney, pai de Henry, convida o grupo para uma visita em uma de suas propriedades, a Abadia de Northanger, estadia aceita prontamente pela moça animada com o clima de mistério e conhecimento. Com os delírios da produção gótica, Catherine entra em um conflito entre ficção e realidade durante suas experiências literárias e estadia na casa, cujo ambiente a remete ao antigo, ao sombrio e ao fantástico.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “A abadia de Northanger”, de JANE AUSTEN, publicado pela editora LANDMARK, em 2012 e com 240 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: LANDMARK
Páginas: 240
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8580700221
ISBN13: 9788580700220
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,300
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,10
Sobre a editora
Os livros da editora Landmark oferecem uma experiência de leitura que mescla clássicos da literatura com obras que exploram temas profundos e multifacetados. O catálogo privilegia narrativas que transitam entre o romance histórico e a reflexão filosófica, muitas vezes apresentadas em edições bilíngues ou com estrutura que convida à imersão cuidadosa. Há uma atenção clara à construção de personagens complexos, como mulheres em contextos sociais restritivos, e à exploração de dilemas morais e existenciais. O tom varia entre o contemplativo e o provocador, com textos que podem ser tanto densos e formais quanto instigantes e fragmentados, como em microficções e ensaios. A Landmark parece dialogar com leitores que buscam tanto o prazer da ficção clássica quanto o desafio de textos que questionam a condição humana e a sociedade.
