
Título: A anomalia selvagem. Poder e potencia em Espinosa
Autor: Negri Antonio
Sinopse: Antonio Negri, autor de Império e um dos pensadores mais influentes da atualidade, redigiu "A anomalia selvagem" entre 1979 e 1980, durante seu cárcere italiano. Publicado pela primeira vez no Brasil em 1993, o volume é agora relançado em edição revista por Homero Santiago e Mario Marino, incluindo ainda um breve ensaio sobre a obra redigido por Marilena Chaui. Neste importante livro, Negri articula a filosofia de Baruch Espinosa (1632-1677) à história econômica, social, política e intelectual do século XVII, encontrando na “metafísica materialista” espinosana os elementos para pensar “uma fenomenologia da prática revolucionária” constitutiva do futuro.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “A anomalia selvagem. Poder e potencia em Espinosa”, de Negri Antonio, publicado pela editora Editora 34, em 2018 e com 416 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Editora 34
Páginas: 416
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8573267224
ISBN13: 9788573267228
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,452
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 2,50
Sobre a editora
Os livros da editora Editora 34 oferecem uma experiência de leitura que combina densidade intelectual com diversidade temática, transitando entre narrativa literária, ensaios filosóficos e estudos históricos. O catálogo privilegia obras que exploram a complexidade da condição humana, seja por meio de romances com personagens multifacetados, seja por análises críticas que dialogam com a política, a arte e a cultura. Muitos títulos apresentam um tom reflexivo e, por vezes, crítico, com narrativas que podem ser tanto mais literárias e ficcionais quanto mais analíticas e teóricas. A presença de traduções diretas e cuidadosas reforça um compromisso com o rigor e a fidelidade textual, além de abrir espaço para autores clássicos e contemporâneos de diferentes tradições.
