
Título: A Arte e a Vida Social e Cartas sem Enderêço
Autor: Georgi Plekhanov
Sinopse: Na herança literária de George Plekhanov, eminente teórico e propagandista do marxismo, ocupam lugar importante as obras sobre problemas de estética. O mérito histórico de Plekhanov na investigação dos problemas da teoria e história da arte consiste em que foi o primeiro marxista russo que aplicou fecundamente a teoria de Marx, sua concepção materialista da história, à interpretação das manifestações da arte. Uma de suas primeiras obras nesse campo são Cartas sem Endereço, onde investiga o problema da aparição e do desenvolvimento da arte nas fases iniciais da sociedade humana. A análise de abundantes dados concretos referentes aos períodos iniciais do desenvolvimento da humanidade lhe permite chegar à conclusão de que na sociedade primitiva a arte dependia diretamente da economia e que a fonte primária das necessidades espirituais dos homens (compreendidas as estéticas) reside nas condições materiais de vida. No trabalho — A Arte e a Vida Social — aparecido posteriormente, Plekhanov examina problemas tais como o lugar e o papel da arte na sociedade e a relação que guarda com o movimento de libertação e o realismo, método artístico mais fecundo. No mesmo artigo, submete a um crítica circunstanciada a teoria da "arte pela arte" e lhe contrapõe a missão social da arte.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Arte e a Vida Social e Cartas sem Enderêço”, de Georgi Plekhanov, publicado pela editora Brasiliense, em 1969 e com 208 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Brasiliense
Páginas: 208
Ano: 1969
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9789350021750
Sobre a editora
Os livros da editora BRASILIENSE convidam a uma imersão em temas históricos, sociais e culturais com abordagem analítica e narrativa densa. O catálogo privilegia obras que exploram desde a formação das cidades e sistemas econômicos até movimentos sociais e transformações políticas, sempre com um olhar crítico e fundamentado. A leitura costuma exigir atenção aos processos históricos e sociais, com textos que mesclam didatismo e reflexão, abordando desde o feudalismo até a industrialização e lutas operárias. Há também espaço para narrativas que exploram memórias pessoais e coletivas, às vezes com um tom mais intimista ou literário, o que indica uma diversidade que vai do ensaio histórico ao relato ficcional e poético.
