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A cultura assassinada

Título: A cultura assassinada

Autor: Paulo André Chenso

Sinopse: A Cultura Assassinada resume de forma clara o que vem ocorrendo com a cultura brasileira nos últimos 50 anos. Desde a nefasta americanização do Brasil orquestrada por Getúlio Vargas, continuada com o Presidente Dutra, e reforçada de forma ameaçadora pelos militares durante a ditadura de 1964 através dos acordos MEC-USAID assinados com os norte-americanos, que atrelaram a educação no Brasil aos ditames ianques. A apropriação destrutiva da nossa cultura popular autêntica, da nossa melhor música, nosso melhor humor, por uma mídia irresponsável e gananciosa que, apoiada num capitalismo selvagem sem qualquer escrúpulo, vem transformando nossa cultura numa verdadeira montanha do pior lixo cultural jamais visto. A mídia apadrinha toda e qualquer porcaria do mais baixo nível desde que ela renda algum lucro, algum patrocínio, preterindo, muitas vezes, produções de excelente nível que, se insistentemente levadas ao público, poderiam reverter a situação vergonhosa a que chegou nosso sistema de comunicação de massa. Esse livro é um libelo contra aqueles que, por motivos escusos, não se vexam diante da possibilidade de destruir o que levou décadas, senão séculos para ser construído.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A cultura assassinada”, de Paulo André Chenso, publicado pela editora Schoba, em 2013 e com 344 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Schoba

Páginas: 344

Ano: 2013

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8580132401

ISBN13: 9788580132403

    Sobre a editora

    Os livros da editora Schoba apresentam um panorama variado, onde se destacam narrativas que exploram conflitos humanos profundos, como dramas pessoais e dilemas familiares, frequentemente ambientados em contextos brasileiros ou históricos. A experiência de leitura pode alternar entre o intimista, com personagens enfrentando questões emocionais e amadurecimento, e o mais reflexivo, abordando temas espirituais, sociais ou científicos. O tom varia do dramático ao didático, com obras que vão desde romances com tensão psicológica até textos que propõem análises históricas e estudos temáticos. Esse equilíbrio entre narrativas ficcionais e obras informativas sugere um catálogo que dialoga tanto com leitores interessados em histórias humanas quanto com aqueles que buscam conhecimento e reflexão.

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