
Título: A Diferença Sexual: Gênero e Psicanálise
Autor: Antonio Quinet
Sinopse: É função do analista recuperar o singular no coletivo, sem desconsiderar o mal-estar na civilização e nos laços sociais. Devemos levar em conta as novas figuras do mal-estar na cultura – a violência contra mulher e o feminicídio, a segregação e a discriminação das minorias sociais e sexuais com seus correlatos identitários – e promover o respeito pela diferença que marca a posição desejante ética e singular. A psicanálise em extensão hoje nos convida a pensar sobre as novas maneiras de habitar a diferença entre os sexos, e sobre suas consequências: novas presenças da sexualidade, novas modalidades familiares, identidades sexo-genéricas dissidentes, não hegemônicas, e, consequentemente, novas apresentações dos sintomas e do padecimento subjetivo. Esta coletânea contém textos de: Gabriel Lombardi, Antonio Quinet, Mirta La Tessa, Mariano Daquino, Sonia Alberti, Christian Dunker, Tomás Otero, Sandra Berta e Luciano Lutereau.
Contexto da obra
Na Psicologia, livros como este costumam interessar tanto pela formação quanto pela reflexão que propõem. “A Diferença Sexual: Gênero e Psicanálise”, de Antonio Quinet, publicado pela editora Aller, em 2019 e com 184 páginas, integra a categoria Livros de Psicologia. Esse enquadramento ajuda a situar melhor a obra entre leitura acadêmica, interesse clínico e reflexão sobre experiência humana.
Editora: Aller
Páginas: 184
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8594347189
ISBN13: 9788594347183
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,244
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Aller convidam o leitor a um mergulho denso e rigoroso na psicanálise contemporânea, explorando desde conceitos técnicos até debates atuais sobre sexualidade, identidade e clínica. A experiência de leitura é marcada por um tom acadêmico e reflexivo, que privilegia a clareza conceitual e o aprofundamento teórico, sem perder a conexão com a prática clínica e social. As obras frequentemente dialogam com figuras como Freud e Lacan, mas também ampliam o campo para questões filosóficas, políticas e culturais, incluindo temas como diversidade de gênero e os impactos da pandemia na prática analítica. O catálogo sugere uma predominância de textos que combinam análise teórica com exemplos clínicos, oferecendo um ritmo que exige atenção e reflexão do leitor.
