
Título: A Divina Adoradora - Vol. 2
Autor: Christian Jacq
Sinopse: Do autor da série Ramsés, a continuação de Caça ao homem Bode expiatório num gigantesco golpe de Estado, o escriba Kel foi injustamente acusado de assassinar seus colegas do escritório de intérpretes como parte de um plano para ameaçar o governo do faraó Amásis. Para provar sua inocência e fugir da perseguição policial, Kel conta apenas com o fiel amigo Bébon, o astuto burro Vento do Norte e a jovem sacerdotisa Nitis, por quem se apaixona perdidamente. Mas, quando sua amada é sequestrada, não é somente a vida de Kel que está em risco. Determinado a salvar Nitis, ele está disposto a enfrentar todos os perigos e pedir ajuda inclusive à Divina Adoradora, poderosa ritualista e guardiã dos grandes tesouros egípcios. Em A Divina Adoradora – segundo e último volume da série A Vingança dos Deuses –, Christian Jacq conclui esse emocionante thriller egípcio, repleto de reviravoltas e segredos muito bem-guardados até as últimas páginas.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “A Divina Adoradora – Vol. 2”, de Christian Jacq, publicado pela editora Bertrand Brasil, em 2015 e com 392 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Bertrand Brasil
Páginas: 392
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8528618269
ISBN13: 9788528618266
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,510
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 2,20
Sobre a editora
Os livros da editora BERTRAND BRASIL apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas intensas e reflexões aprofundadas, transitando entre o romance histórico, o thriller psicológico e o ensaio crítico. O catálogo sugere um interesse por personagens complexos, como jovens mulheres em processos de autodescoberta, figuras históricas envoltas em conflitos políticos e sociais, além de histórias urbanas marcadas por tensões cotidianas. A linguagem varia do poético ao direto, com textos que exploram tanto o drama íntimo quanto o panorama amplo de questões sociais e culturais.
