
Título: A Estetização do Mundo
Autor: Gilles Lipovetsky
Sinopse: Destruição das paisagens, esgotamento das matérias-primas e colapso dos trabalhadores - o capitalismo é uma máquina de decadência estética e de “enfeamento” do mundo. Será mesmo? O estilo, o design e a beleza se impõem a cada dia como imperativos estratégicos das marcas, apelando ao imaginário e à emoção dos consumidores. No design, na moda, no cinema, produtos carregados de sedução são criados em massa. Arte e mercado nunca antes se misturaram tanto, inflando a experiência contemporânea de valor estético. Gilles Lipovetsky, autor dos incontornáveis O império do efêmero e O luxo eterno, investiga com o crítico de arte Jean Serroy esse oximoro da atualidade: o capitalismo artista.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “A Estetização do Mundo”, de Gilles Lipovetsky, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2015 e com 472 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 472
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535925694
ISBN13: 9788535925692
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,568
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 2,70
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
