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A Fazenda Aparecida

Título: A Fazenda Aparecida

Autor: João Vianna

Sinopse: A Fazenda Aparecida não existe no sentido topográfico do termo; é antes uma síntese da vida, do trabalho, do bucolismo, da rotina, da tragédia e do panorama social e econômico da grande Ilha. Não poderia ser dada definição mais acertada. Claro! É o mesmo autor que assim a apresenta nas Ligeiras Notas da introdução. E quem conhece o Marajó só pode concordar, acompanhando passo a passo esta história simples, repleta de sentimentos singelos, de paixões recolhidas, de sonhos que pulam a cerca da fazenda. Todos são protagonistas nesta autêntica história marajoara. Autêntica também a linguagem. Uns escritores, para criar uma certa atmosfera, se deixam levar pela tentação de usar uma linguagem carregada, forçada, deformada: João Vianna escolhe o meio termo. A história é superinteressante, porque se desenvolve sobre a trama fina do dia-a-dia, feita de folclore, sabedoria popular, alusões, sentimentos humanos. Qualquer situação é oportuna para que o autor nos revele um pouco do Marajó, com a história do boi marrequeiro, uma chula, a Mãe do Fogo. O ponto central da história é sempre o homem. Infelizmente, escritores e fotógrafos que retratam o Marajó, hoje, são mais preocupado com a mata e os bois Giovanni Gallo Secretário Municipal de Cultura Cachoeira do Arari

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Fazenda Aparecida”, de João Vianna, publicado pela editora Secult, em 1998 e com 192 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Secult

Páginas: 192

Ano: 1998

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8573130148

ISBN13: 9788573130140

    Sobre a editora

    Os livros da editora Secult costumam trazer um olhar atento à memória, à história e à cultura regional, especialmente do Pará e da Amazônia. A leitura desses títulos evoca imagens vívidas de épocas passadas, como o cotidiano comercial do início do século XX ou a efervescência cultural do modernismo paraense. O tom das obras varia entre o documental e o poético, alternando entre narrativas densas e textos mais breves e reflexivos, que desafiam o leitor a pensar sobre identidade e expressão. O catálogo revela um compromisso com a preservação e o resgate de registros históricos, artísticos e culturais, muitas vezes apresentados em formatos ricos em imagens, documentos e ilustrações. Essa diversidade editorial sugere que a Secult valoriza tanto o rigor da pesquisa quanto a força da linguagem sensível.

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