
Título: A Festa de Babette
Autor: Karen Blixen
Sinopse: A festa de Babette se passa num vilarejo na costa da Noruega, onde, numa noite de tempestade, surge uma francesa misteriosa. Ela bate à porta de duas senhoras puritanas, filhas de um profeta protestante. Fugitiva do massacre à Comuna de Paris em 1871, Babette traz uma carta de recomendação do amigo Papin, cantor de ópera que, muitos anos antes, havia se apaixonado por uma daquelas irmãs de ar gentil, então jovem e bela. Babette oferece seus serviços de cozinheira em troca de abrigo. Tempos depois, ela ganha na loteria e prepara um suntuoso banquete em homenagem ao pai de suas benfeitoras, que irá transformar para sempre a vida simples e austera do lugar. Conto mais conhecido de Karen Blixen, autora também de A fazenda africana, foi levado às telas pelo diretor Gabriel Axel, ganhando o Oscar de filme estrangeiro em 1988.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “A Festa de Babette”, de Karen Blixen, publicado pela editora Editora SESI-SP, em 2021 e com 66 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Editora SESI-SP
Páginas: 66
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8550403156
ISBN13: 9788550403151
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,077
- Altura (cm): 17,00
- Largura (cm): 12,30
- Espessura (cm): 0,50
Sobre a editora
Os livros da editora Editora SESI-SP apresentam um panorama editorial que combina narrativas literárias com obras de cunho educativo, artístico e social. A experiência de leitura pode variar entre textos poéticos e contos de curta extensão, que exploram temas humanos e cotidianos, e publicações que documentam projetos sociais e artísticos ligados à comunidade. O catálogo traz também títulos que valorizam a cultura local e global, com olhares sobre a cidade, a história e a diversidade cultural, além de obras que abordam educação, sustentabilidade e alimentação consciente. A linguagem transita entre o acessível e o reflexivo, com ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto dinâmico, dependendo do foco da obra.
