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A Filosofia como ciência de rigor

Título: A Filosofia como ciência de rigor

Autor: Edmund Husserl

Sinopse: O escopo fundamental de Husserl pode caracterizar-se como busca de uma fundamentação absoluta das ciências através de um saber originário, de um saber radical. Contrariamente às tendências positivistas da época, Husserl não vai buscar esse saber fundamentador a uma ciência particular — a psicologia científica — nem tão pouco se reduz a uma reflexão sobre a enciclopédia das ciências e seus métodos. Procura antes alcançar um terreno anterior a qualquer construção científica, onde se dará razão do objeto e da validade de cada uni dos saberes particulares. A filosofia aparece como uma sondagem prévia da conexão entre o ser e o saber. A filosofia é fundamentação absoluta. Esta exigência de Husserl leva-o a conceber "a filosofia como ciência rigorosa". Rigor que não é interpretado à maneira das ciências existentes, mas no sentido, bem preciso, de ser, como escreve no Epílogo às minhas Ideias, «ciência de fundamentação última, ou o que é o mesmo, á partir de auto-responsabilidade última, na qual, por conseguinte, não atua evidência predicativa e pré-predicativa alguma como base inquestionada do conhecimento»; portanto, num plano prévio a qualquer elaboração científica e mesmo ao da vida quotidiana (Morujão).

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Filosofia como ciência de rigor”, de Edmund Husserl, publicado pela editora Atlântida, em 1965 e com 72 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Atlântida

Páginas: 72

Ano: 1965

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Edmund Husserl conduz a um mergulho rigoroso e meticuloso na reflexão sobre a consciência e o conhecimento. O ritmo é contemplativo, marcado por uma construção cuidadosa de conceitos que exigem atenção e paciência do leitor. A prosa, embora densa, é precisa e busca revelar as estruturas profundas da experiência e da intencionalidade, com um foco intelectual que desafia a compreensão imediata. Em meio a esse rigor, há momentos em que a linguagem se torna quase poética, sobretudo ao tratar da temporalidade da consciência. O leitor é convidado a acompanhar um percurso que oscila entre a suspensão do senso comum e a busca por fundamentos absolutos do saber. Assim, os livros de Edmund Husserl oferecem uma experiência de leitura que é ao mesmo tempo exigente e reveladora, instigando perguntas sobre a constituição do objeto, a essência da consciência e a possibilidade de uma ciência do conhecimento.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Atlantida oferecem uma experiência de leitura marcada por narrativas que transitam entre o drama pessoal e o exame de temas complexos, como poder, segredos e superação. As histórias frequentemente exploram personagens com passados difíceis ou segredos ocultos, que precisam confrontar conflitos emocionais e sociais para avançar. O tom varia do tenso ao sensível, com ritmo que pode ser tanto introspectivo quanto envolvente, dependendo da obra. Em meio a romances e investigações, o catálogo revela um interesse por tramas que envolvem relações humanas profundas, dilemas morais e situações de tensão gradual.

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