
Título: A filosofia da música
Autor: Aaron Ridley
Sinopse: Este livro é animado pela convicção de que a música é parte da vida. Assim sendo, ela compartilha algumas das suas características e condições básicas. A música é inteiramente histórica: os papéis musicais; as concepções de musica, seu propósito e sua inserção na vida mudam. Em comum com todas as outras coisas, a música ocupa um espaço conceitual nos interstícios de um conjunto indefinidamente maior e mutável de outros interesses, cada um dos quais ela condicionada. É essa inserção que confere à música da boa parte da sua riqueza. Qualquer tentativa de compreendê-la a que ignore a sua inserção no humano e a sua historicidade será voltada ao fracasso. O autor fornece novas e afinadas aproximações aos cinco tópicos da estética musical: compreensão, representação, expressão, execução e profundidade. Os leitores são introduzidos às mais importantes posições na filosofia da música, para as quais o livro oferece perspectivas inovadoras.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A filosofia da música”, de Aaron Ridley, publicado pela editora Loyola, em 2004 e com 263 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Loyola
Páginas: 263
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Loyola costumam oferecer uma experiência de leitura marcada por uma abordagem profunda da fé cristã, da teologia e da espiritualidade, frequentemente com um tom reflexivo e didático. O catálogo apresenta obras que transitam entre textos que dialogam com a tradição religiosa e análises mais contemporâneas sobre temas como educação, filosofia e comunicação, revelando uma preocupação com o entendimento crítico e a formação pessoal. A linguagem varia entre o acessível e o acadêmico, contemplando desde textos para jovens e crianças até estudos para pesquisadores. A diversidade das obras sugere um equilíbrio entre narrativas que inspiram a vivência religiosa e trabalhos que exploram questões culturais, políticas e históricas ligadas à religião e à sociedade.
