
Título: A Fisiologia do Gosto
Autor: Brillat-Savarin
Sinopse: A influência da gastronomia nos negócios ou na felicidade conjugal, as virtudes eróticas das trufas, os efeitos da dieta sobre os sonhos. Estes são alguns temas dessa verdadeira certidão de nascimento da gastronomia. É um clássico escrito para paladares delicados e desapressados. Não é obra para quem quer matar a fome, literal ou de saber, mas para quem se delicia com petiscos fugazes, sente um prazer quase espiritual ao folhear as páginas amareladas de um velho caderno de receitas manuscritas e é capaz de evocar o clima de uma época em que se preparava uma perna de vitela com três pombos velhos e vinte e cinco lagostins. Para Roland Barthes, trata-se de um livro paradoxal, "pois o que se exprime pela elegância do estilo, do tom mundano das anedotas e da futilidade graciosa das descrições é a grande aventura do desejo".
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Fisiologia do Gosto”, de Brillat-Savarin, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1999 e com 379 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 379
Ano: 1999
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8571644926
ISBN13: 9788571644922
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
