
Título: A fonte da felicidade
Autor: Hélio do Soveral
Sinopse: Teria algum fundo de verdade o relato balbuciado pelo mateiro moribundo Chico Cipó, resgatado depois de dias à deriva em uma canoa nas profundezas da Amazônia, acerca de uma fantástica tribo de índios brancos armados com escudos, espadas e outras armas de estilo medieval? Haveria ali uma prova consistente (e uma pista!) de que os antigos vikings não apenas chegaram às Américas antes de Colombo como foram caminhando cada vez mais ao sul, em suas explorações, até se fixarem em alguma parte da selva amazônica, onde sobreviveram até os dias de hoje? Esse é o mistério que o arqueólogo Helyud Sovralsson, ao deixar o Viking Museum de Nova York em companhia do geólogo Charles Winnegan e do antropólogo Mark Spen¬cer rumo a uma expedição repleta de perigos, reviravoltas e revelações, tenta esclarecer nesta aventura onde nem to¬das as águas correm em direção à Fonte da Felicidade!
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “A fonte da felicidade”, de Hélio do Soveral, publicado pela editora AVEC Editora, em 2020 e com 216 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: AVEC Editora
Páginas: 216
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6586099013
ISBN13: 9786586099010
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,254
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,30
Sobre a editora
Os livros da editora AVEC Editora apresentam um amplo espectro narrativo, transitando entre fantasia, suspense, aventura e narrativas históricas com ambientações detalhadas. A experiência de leitura frequentemente envolve mundos imaginativos, desde cenários urbanos repletos de mistérios locais até universos steampunk e épicos medievais, com personagens que enfrentam dilemas pessoais e conflitos maiores, como guerras e ameaças sobrenaturais. O catálogo também inclui obras interativas e voltadas para a criatividade, como diários e livros de atividades, além de narrativas que exploram temas sociais e históricos sob perspectivas pouco convencionais. A diversidade editorial sugere um equilíbrio entre histórias mais narrativas e outras com tom investigativo ou reflexivo, contemplando públicos que buscam desde entretenimento até imersão em contextos culturais e históricos.
