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A fonte de Israel

Título: A fonte de Israel

Autor: James Michener

Sinopse: A história de Israel, dos judeus e do judaísmo, desde os tempos pré-históricos até os dias atuais, é um tema amplo e fascinante que somente um autor como James Michener, um dos mestres da literatura moderna, poderia abordar num romance espetacular e profundo, que explica como e por que os judeus se mantiveram unidos e conservaram a sua religião através de séculos de perseguição e Diáspora. Partindo da exploração de um tell - monte artificial formado por restos acumulados de antigas povoações - chamado Makor, nome que significa "a fonte", ele nos conduz ao habitante da pré-história de Israel que descobriu a agricultura, aos cananeus, que se instalaram no local, e ao seu primeiro contato com os hebreus, que chegaram do deserto com seu Deus único, superior a todos os demais, irado e impetuoso na proteção ao seu povo eleito. Conhecemos as glórias de Israel nos tempos do império do Rei Davi, a terrível invasão dos egípcios e a vitória final dos babilônios, que levaram os judeus para o cativeiro. O reino grego de Antióquia, que dominou toda a região, com seus ginásios e culto ao físico, é descrito em cores vivas, e suas relações com os judeus relatadas em toda a sua angústia. O advento dos Herodes e dos romanos, à época em que Cristo viveu, mostra como os judeus se recusaram à fé e aos costumes de Roma, mobilizando contra os invasores sua força moral e depois a astúcia, dispostos a morrer, mas nunca a abrir mão de suas convicções. E surge a lei, a criação do Talmude, as regras de comportamento que mantiveram unida a fé e firmaram os hábitos dos judeus perseguidos e espalhados pelo mundo nos séculos posteriores. Depois veio o Islã, com Maomé demonstrando profundo respeito pelos judeus, mas mesmo assim conquistando a sua terra e morrendo em Jerusalém. Poucos séculos passaram e a região tornou a ser abalada pela guerra: os cristãos desembarcaram em massa da Europa nas Cruzadas, empenhados em reconquistar a Terra Santa das mãos dos infiéis, em devolver aos cristãos Jerusalém - uma cidade sagrada para três religiões: judaísmo, cristianismo e islamismo. Com a inquisição exterminando os judeus na Europa, três ou quatro séculos depois da derrota final dos cruzados e da permanência da Terra Santa em poder dos muçulmanos, começou a haver um retorno de judeus a Israel, homens santos que trabalhavam para viver e que imprimiram novos rumos ao judaísmo. No final do século passado, quando os turcos muçulmanos dominavam a região, o movimento sionista surgiu na Europa e incontáveis judeus retornaram a Israel, enfrentando todas as dificuldades para conquistar sua terra e cultivá-la, com amor e determinação. Teve início então o movimento para que os judeus tivessem o seu país, culminando com a Guerra da Independência em 1948, quando 600 mil judeus lutaram contra milhões de árabes... e venceram. Em A FONTE DE ISRAEL, Michener nos leva finalmente aos tempos mais recentes, em que alguns líderes judeus chegaram à conclusão de que o futuro de sua terra e da região depende da capacidade de judeus e árabes viverem em harmonia e de forma construtiva.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A fonte de Israel”, de James Michener, publicado pela editora José Olympio, em 1965 e com 582 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: José Olympio

Páginas: 582

Ano: 1965

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre a editora

    Os livros da editora José Olympio costumam oferecer uma experiência de leitura que alia profundidade histórica e literária a narrativas que exploram a formação pessoal e social dos personagens. O catálogo apresenta obras que transitam entre o romance de formação, biografias detalhadas e análises culturais, muitas vezes ambientadas em contextos históricos marcantes, como o Brasil rural e urbano do século XX ou a Europa em períodos de transformação. A linguagem varia do mais narrativo, com atenção à psicologia dos personagens, ao mais informativo, com textos que dialogam com a crítica literária e a pesquisa acadêmica. Essa diversidade sugere um público interessado tanto em ficção com densidade social quanto em estudos literários e históricos.

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