
Título: A Lenda de Vila Velha
Autor: George Schpatoff
Sinopse: É portentosa a obra A LENDA DE VILA VELHA, de George Schpatoff, tamanha lhe é a densidade geral, a propriedade dos termos, a veracidade do ambiente e fundo indígena, a maneira simples, harmoniosa e sugestiva de expressão. A magia das palavras suaviza o penoso e escabroso do solo do local. Turismo com rica literatura e saboroso entretenimento, ditando ainda regras para conservação da natureza. Eis o que vemos explorado, neste belo volume. Faris Antonio Michaele Um belo conto mitológico sobre a Vila Velha. A história da mais linda região entre os mais lindos campos ondulados do Paraná, que havia sido escolhida pelos primitivos habitantes do local para ser a Abaretama, a Terra dos Homens. Alí, os apiabas cumpriam a honrosa missão de guardar um precioso tesouro que fora legado por Tupã. Certo dia, um guerreiro de nome Duí foi escolhido para chefe dos apiabas. Uma tribo rival, os camés, escolheu a mais bela de suas virgens, de nome Aracê, para conquistar o chefe dos apiabas e arrebatar-lhe o segredo do tesouro. Duí logo se apaixonou pela moça. Mas Aracê também não resistiu ao fascínio do bravo guerreiro. E numa tarde, após tomarem uma taça de licor de butiás, eles se amaram à sombra dos ipês em flores. A vingança de Tupã foi imediata e terrível. A fúria do deus, em estertores brutais, abateu-se sobre a região, trazendo a morte e a dor. A Abaretama transformou-se em pedras. E os dois amantes ficaram um ao lado do outro, petrificados. Até a taça que causou o pecado virou pedra. O tesouro de Tupã, por sua vez, fundiu-se e formou a Lagoa Dourada. Szyja B.Lorber Foi nos anos sessenta que George Schpatoff atendeu convite para dirigir o DIÁRIO DOS CAMPOS, o matutino veterano do Paraná. Durante uma dácada radicando em Ponta Grossa, chegou a responde pelo gabinete de relações públicas da prefeitura, divulgando os valores da capital cívica do Paraná. Era a época áurea da nova Universidade, e do Pladei – o plano de expansão econômica da cidade. Depois que visitou Vila Velha, o jornalista tomou a decisão de escrever a sua lenda que era praticamente desconhecida. Durante o biênio 1974-75, o livro teve três edição, num total de 4.000 exemplares. Este sucesso surpreendente quase gerou uma produção cinematográfica por iniciativa de uma empresa de grande porte do Rio Grande do Sul. George Schpatoff, com diploma de jornalista da Europa, é de origem macedônia. Sua produção literária ultrapassa uma dezena de obras, entre dissertações no campo da história e sociologia, além de espionagem internacional. O autor de A LENDA DE VILA VELHA atuou na assessoria de imprensa da Secretaria de Justiça e, mais tarde, ocupou a assessoria de comunicação social do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul – BRDE. É sócio efetivo do Instituto Histórico e do Centro de Letras do Paraná.
Contexto da obra
Nas Ciências Políticas, livros como este costumam dialogar com instituições, ideias e vida pública. “A Lenda de Vila Velha”, de George Schpatoff, publicado pela editora Juruá Editora, em 2001 e com 110 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Políticas. Esse enquadramento ajuda o leitor a perceber melhor a natureza analítica da obra e seu lugar no debate político.
Editora: Juruá Editora
Páginas: 110
Ano: 2001
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8573947055
ISBN13: 9788573947052
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,152
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 15,00
- Espessura (cm): 0,70
Sobre a editora
Os livros da editora Juruá Editora costumam abordar temas jurídicos e sociais com rigor acadêmico e linguagem acessível, favorecendo tanto profissionais quanto estudantes. A leitura desses livros revela um enfoque detalhado em análises normativas, doutrinárias e práticas, com obras que vão desde estudos sobre legislação de trânsito até reflexões sobre direitos humanos e políticas públicas. O catálogo indica um predomínio de textos densos e didáticos, que combinam aspectos teóricos e práticos, frequentemente com uma abordagem interdisciplinar que conecta direito, sociologia, psicologia e outras áreas. O tom é geralmente formal e analítico, com ritmo que privilegia o aprofundamento e a clareza, sem abrir mão da atualização constante dos temas tratados.
