
Título: A mão esquerda da criação: Origem e evolução do Universo
Autor: John D. Barrow
Sinopse: A presente obra, da autoria de dois astrônomos reconhecidos internacionalmente, propõe-se revelar ao leitor comum a extraordinária sequência de acontecimentos que ocorreram desde o instante da criação até ao presente. Os autores exploram como a física das partículas elementares e as teorias da moderna cosmologia se confrontam na origem e evolução do universo em expansão. Escreveram, com êxito um dos mais emocionantes e originais relatos do que a ciência nos pode ensinar sobre um dos mais antigos enigmas da humanidade: o das origens do universo. Numa linguagem clara e acessível, Barrow e Silk desenvolvem aqui dois temas paralelos - os importantes processos físicos que ocorreram à medida que o universo se foi expandindo e a sua influência nas modernas observações astronómicas do universo. O resultado é um livro fascinante em que a investigação e o pensamento científicos mais recentes são criativa e poeticamente aplicados aos enigmas fundamentais da existência.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A mão esquerda da criação: Origem e evolução do Universo”, de John D. Barrow, publicado pela editora Martins Fontes, em 1988 e com 191 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Martins Fontes
Páginas: 191
Ano: 1988
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Martins Fontes revela uma inclinação por obras que exploram o pensamento filosófico e reflexivo, muitas vezes com um tom didático e aprofundado. O catálogo privilegia textos que abordam desde a filosofia clássica e contemporânea até temas como lógica, metafísica e ética, apresentando discussões que vão do abstrato ao cotidiano. Também há espaço para narrativas que dialogam com a cultura, a história e as artes, incluindo adaptações literárias e análises que convidam o leitor a um mergulho intelectual. O ritmo das obras tende a ser contemplativo, com linguagem clara, mas que exige atenção, e o público parece ser leitor interessado em compreender ideias complexas e contextos culturais amplos.
