
Título: A Noviça e o Faraó
Autor: Hermínio C. Miranda
Sinopse: Bentreshit era uma bela e jovem sacerdotisa do Templo de Osíris, em Abidos; Seti I, um faraó empreendedor e guerreiro, dos mais bem sucedidos do antigo Egito. O amor entre eles, no entanto, era completamente proibido pelas leis do Templo. A dolorosa punição foi uma separação forçada que durou 3.000 anos. O reencontro se deu na Inglaterra, em pleno século XX. Esta pode parecer apenas uma linda história de amor – e realmente o é. Muito além disso, é a mais espetacular prova da reencarnação de que se tem notícia, narrada pela pena genial de Herminio Miranda. A noviça e o faraó – a extraordinária história de Omm Sety é o relato de duas histórias paralelas muito elucidativas para se compreender como o atual paradigma materialista que se instalou na ciência é insuficiente para descrever o universo em que vivemos.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Noviça e o Faraó”, de Hermínio C. Miranda, publicado pela editora Lachâtre, em 2007 e com 352 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Lachâtre
Páginas: 352
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8560223088
ISBN13: 9788560223084
Sobre a editora
Os livros da editora Lachatre convidam o leitor a uma imersão em narrativas que mesclam história, espiritualidade e reflexões filosóficas, frequentemente ancoradas no espiritismo. A experiência de leitura é marcada por um tom que oscila entre o didático e o narrativo, com obras que vão desde análises críticas e argumentações densas até romances que transportam para épocas históricas específicas, como a Revolução Francesa ou o período de Jesus Cristo. O catálogo sugere uma atenção especial a temas como mediunidade, reencarnação, fenômenos paranormais e a relação entre ciência e espiritualidade, sempre com uma linguagem que pode ser tanto rigorosa quanto acessível. Além disso, há uma presença constante de conflitos internos e dilemas morais, que dão ritmo e tensão às histórias e ensaios.
