
Título: A Sociedade dos Livros
Autor: Aloísio Dantas
Sinopse: Manoel nasceu em 1972, numa pequena cidade paraibana, de pequenos comerciantes. Durante a década de 1980, adquiriu o hábito de ler romances, que nunca abandonou. Em 1990, segue para Campina Grande, onde cursa licenciatura em Letras. Dedica-se, por algum tempo, ao ensino de língua portuguesa em cursinhos e escolas particulares. É desse tempo que surgem suas crônicas em jornais, publicadas mensalmente. Sob pressão da família, retorna para sua cidade natal, onde, por um curto período, fica à frente do comércio. Após desentendimento com o pai, abandona o balcão da bodega para prestar concurso público do Estado. Aprovado, assume a disciplina de Língua Portuguesa no ensino médio. Na primeira reunião de professores, defende a ideia de que não se deve ensinar Gramática para os adolescentes, ou pautar as aulas sob as sombras do livro didático. Ensinaria apenas literatura. Essa fala provocou revolta dos círculos conservadores, com ameaças de que essa rebeldia seria denunciada à Secretaria de Educação.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Sociedade dos Livros”, de Aloísio Dantas, publicado pela editora Ideia, em 2014 e com 106 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Ideia
Páginas: 106
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8575399470
ISBN13: 9788575399477
Sobre a editora
Os livros da editora Ideia costumam apresentar uma leitura que transita entre o acadêmico e o narrativo, com foco em temas que vão da literatura brasileira clássica e contemporânea a estudos culturais e históricos. A experiência de leitura varia entre análises críticas de obras literárias, reflexões sobre movimentos sociais e culturais, e relatos que misturam ficção com elementos reais, criando um clima que ora é denso e reflexivo, ora acessível e envolvente. O catálogo indica um interesse por textos que dialogam com a história, a cultura popular e questões sociais, frequentemente com um tom de investigação e aprofundamento, mas também com espaço para vozes juvenis e temáticas atuais. A diversidade do material sugere obras que podem ser mais analíticas e outras mais narrativas, contemplando públicos que buscam tanto o estudo quanto a imersão em histórias com carga simbólica e contextual.
