
Título: A última amante de Hachiko
Autor: Banana Yoshimoto
Sinopse: Romance que reúne o Japão das seitas e a Índia da ascese e do misticismo. Mao é uma rapariga que vive numa comunidade religiosa centrada na figura carismática da avó, curandeira e vidente. Esta seita, após a morte da fundadora, começou a trair os seus ensinamentos e a transformar-se numa comunidade de acólitos exaltados e fundamentalistas. Mao, dotada de alguns poderes sensoriais e de um singular talento artístico, afasta-se cada vez mais desde ambiente, e acaba por ir viver com Hachi, ao qual está ligada por uma profecia de amor e misticismo. No entanto, a sua relação não está destinada a durar. O inevitável fim desta história de amor assinala para Mao o fim da adolescência e a passagem para uma nova percepção mais equilibrada da existência.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A última amante de Hachiko”, de Banana Yoshimoto, publicado pela editora Cavalo de Ferro, em 2005 e com 97 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Cavalo de Ferro
Páginas: 97
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Cavalo de Ferro apresentam uma leitura marcada por narrativas densas e envolventes, muitas vezes ambientadas em contextos históricos ou geográficos rigorosos, como a Islândia do início do século XX ou a selva amazônica. As histórias costumam explorar conflitos profundos — seja a luta pela independência pessoal, o confronto com regimes totalitários ou as tensões familiares em sociedades em transformação. O tom varia entre o épico e o intimista, com ritmo que pode alternar entre a tensão dramática e momentos de reflexão filosófica, sempre com uma prosa que valoriza a construção cuidadosa do ambiente e dos personagens. O catálogo revela uma predileção por obras que desafiam o leitor a navegar entre realismo e elementos fantásticos, além de textos que abordam temas políticos e sociais com rigor e complexidade.
