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Abaixo a Censura

Título: Abaixo a Censura

Autor: Sergio Servulo da Cunha

Sinopse: O inventor da palavra “censura”, com o sentido que lhe damos hoje, foi Freud. Em Roma, na Antiguidade, as pessoas eram repartidas em classes, segundo a sua fortuna. Para con-tar e classificar a população – ou seja, para fazer o censo – de cinco em c inco anos eram eleitos dois censores. Devido à natureza de suas funções – que os levava a reprimir a ostentação e o luxo exage-rados – os censores aos poucos se transformaram em guardiões dos costumes e da moral. O famoso Catão foi censor. Em 1895, p ela primeira vez Freud usou o termo “censura”, em vez de resistência, defesa ou contra-vontade. A palavra “censura” assumia, a partir daí, um significado técnico bem preciso, lançava luz sobre os fatos da mente humana. Mais tarde, ele explicou a razã o de haver escolhido esse nome: a censura afastava do relato feito pelos pacientes fatos considerados indesejáveis ou indecorosos isso era semelhante ao que ocorria, então, em muitos jornais, especialmente nos diários políticos, de cujas páginas era m suprimidas frases ou trechos inteiros. “Todos sabemos” – dizia Freud – “que esses brancos correspondem a uma ordem da censura, pois em todos eles deviam figurar notícias ou comentários que, não tenho sido aprovados pelas autoridades superiores, for am suprimidos.” A censura mais antiga, em Portugal, era exercida pelas dioceses. Mais tarde vieram a do Santo Ofício (Inquisição e a leiga, realizada pelo Desembargo do Paço. Exercia-se pela inspeção das livrarias, bibliotecas, portos e alfândegas a pós a invenção da imprensa, e a partir de 1537, pelo exame prévio das obras e pela elaboração de listas de livros proibidos. No dia 6 de setembro de 1972, o Departamento de Polícia Federal transmitiu esta ordem a todos os jornais do país: "Está proib ida a publicação do decreto de D. Pedro I, datado do século passado, abolindo a censura no Brasil. Também está proibido qualquer comentário a respeito". Nesse mesmo período, o governo vetou um poster do Davi, de Michelangelo. A censura proib[...]

Contexto da obra

Nas Ciências Políticas, livros como este costumam dialogar com instituições, ideias e vida pública. “Abaixo a Censura”, de Sergio Servulo da Cunha, publicado pela editora BARRA LIVROS e em 2017, integra a categoria Livros de Ciências Políticas. Esse enquadramento ajuda o leitor a perceber melhor a natureza analítica da obra e seu lugar no debate político.

Editora: BARRA LIVROS

Páginas:

Ano: 2017

Edição:

Linguagem: pt-br

ISBN: 9788564530621

ISBN13: 9788564530621

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Sérgio Sérvulo da Cunha traz um encontro entre clareza didática e reflexão profunda, com ritmo que varia entre o explicativo e o analítico. A prosa é direta, mas não simplista, buscando envolver o leitor em questões que transitam entre o direito, a filosofia e a ética, sempre com foco na compreensão conceitual e prática dos temas abordados. A tensão da leitura está na articulação entre teoria e aplicação, convidando o leitor a pensar sobre fundamentos e consequências, sem perder o fio da narrativa. Em alguns momentos, a abordagem se torna mais técnica e densa, enquanto em outros se permite uma visão mais acessível e ilustrativa, com exemplos e histórias que aproximam o conteúdo do cotidiano. Essa alternância cria um equilíbrio que sustenta o interesse intelectual ao longo da leitura.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora BARRA LIVROS oferecem uma experiência de leitura que transita entre o rigor investigativo e a narrativa sensível, contemplando temas que vão da filosofia da ciência até histórias pessoais marcadas por emoções profundas. O catálogo revela obras que exploram tanto o conhecimento técnico, como na moda praia e no arco e flecha, quanto reflexões sobre a espiritualidade e a educação. Há uma diversidade que se manifesta no contraste entre textos mais densos e analíticos, como os que abordam estratégias empresariais e teorias científicas, e outros mais narrativos, que exploram relações humanas e histórias de amor. Essa variação também aparece no ritmo, ora mais didático e estruturado, ora com um tom poético e intimista, que convida à introspecção.

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