
Título: Agents Provocateurs: 100 Subversive Skateboard Graphics
Autor: Seb Carayol
Sinopse: Skateboard graphics took a quantum leap in offensive potential after the sport was reborn aesthetically and otherwise in the '90s. Artists like Marc McKee, Todd Francis, Mike Hill, Michael Sieben, Ed Templeton, Sean Cliver, Moish Brenman, Fos, Ben Horton, Alyasha Owerka-Moore, Eli Morgan Gesner, Jeremy Fish, Brice Raysseguier, Johnny "Mojo" Munnerlyn, Alex Kramer, Todd Bratrud, Winston Tseng and others brought dark humor and politically incorrect topics to the forefront of their work. These artists intended not just to decorate and sell skateboards, but also to raise serious issues and skewer values, deliberately evoking reactions from viewers. Agents Provocateurs asks new questions of this boundary-pushing artistic genre and its place over the years. Did it save skateboarding? Is it still possible to address such controversial topics twenty years later What's left once all the envelopes have been pushed? These 100 boards and the artists behind them will form a clearer picture.
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “Agents Provocateurs: 100 Subversive Skateboard Graphics”, de Seb Carayol, publicado pela editora Gingko Press, em 2014 e com 224 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: Gingko Press
Páginas: 224
Ano: 2014-06-21
Edição: Illustrated
Linguagem: en
ISBN: 1584235276
ISBN13: 9781584235279
Sobre a editora
Os livros da editora Gingko Press costumam transportar o leitor para universos visuais e culturais ricos, onde o olhar atento a detalhes — seja em arte urbana, design gráfico ou documentações culturais — é constante. O catálogo apresenta obras que exploram desde a documentação fotográfica de espaços urbanos e culturais até monografias artísticas que investigam a relação entre natureza e imaginação. A linguagem das obras varia entre o visualmente denso e o didático, com um tom que ora privilegia a experimentação artística, ora oferece guias práticos, como no caso de publicações técnicas sobre design e impressão. Há uma diversidade perceptível entre narrativas mais visuais e outras que combinam texto e imagem para criar experiências imersivas, o que sugere um público interessado em arte contemporânea, cultura urbana e processos criativos.
