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Agir Comunicativo e Razão Destranscendentalizada

Título: Agir Comunicativo e Razão Destranscendentalizada

Autor: Jürgen Habermas

Sinopse: Habermas parece estar querendo dar uma tradução lingüística e procedimental ao problema do exercício da liberdade, ou, dito em suas palavras, da ausência de coação. E parece também estar concordando com o aspecto transcendental desta idéia da razão prática, de que podemos saber a priori que ela é possível, e que devemos mantê-la como uma orientação constante a ser perseguida, isto é, como uma idéia regulativa, para o domínio do agir comunicativo. Tal orientação deixaria entrever a dimensão propriamente libertária da linguagem, na qual os sujeitos, embora pertencentes a um mundo que lhes dá um horizonte de significados já constituídos simbolicamente, usam sua capacidade de aprendizagem para construir um novo sentido para o mundo. Sem esta segunda dimensão, a linguagem é apenas veiculadora do seu enraizamento social, institucional, faltando-lhe exatamente as condições para que possa servir de “endereço da liberdade”. Aqui se percebe a importância dos sujeitos racionais, ou melhor, da intersubjetividade, fruto dos acordos racionais, por sua vez oriundos dos processos internos ao tribunal do discurso racional, como personagem central desta conquista da liberdade.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Agir Comunicativo e Razão Destranscendentalizada”, de Jürgen Habermas, publicado pela editora Tempo Brasileiro, em 2012 e com 111 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Tempo Brasileiro

Páginas: 111

Ano: 2012

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Jurgen Habermas conduz a um mergulho denso e rigoroso na interseção entre comunicação, racionalidade e sociedade. A prosa é geralmente densa e conceitual, exigindo atenção cuidadosa para acompanhar suas análises detalhadas sobre a relação entre ação comunicativa e estruturas sociais. O ritmo varia entre passagens mais teóricas e momentos em que o autor discute questões políticas e éticas concretas, criando uma tensão entre reflexão abstrata e implicações práticas. O foco está na construção de argumentos que problematizam a modernidade, a democracia e os processos de legitimação social, frequentemente explorando tensões entre ciência, religião e política. Essa experiência de leitura deixa o leitor diante de perguntas sobre como a comunicação pode fundamentar a racionalidade social e quais são os desafios para a democracia em contextos contemporâneos. Em meio à complexidade, os livros de Jurgen Habermas convidam a um diálogo crítico, sem abrir mão da profundidade analítica.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Tempo Brasileiro apresentam um perfil marcado pela forte presença de obras acadêmicas e ensaios que dialogam com a sociologia, filosofia, linguística e ciências humanas em geral. A leitura costuma ser densa e reflexiva, com textos que exploram temas como a linguagem, a condição social, a teoria crítica e os desafios culturais contemporâneos. O catálogo inclui desde análises teóricas rigorosas até estudos interdisciplinares que cruzam filosofia, antropologia e história, sempre com um tom mais analítico e um ritmo que privilegia a argumentação detalhada. O público tende a ser leitor universitário ou interessado em debates intelectuais aprofundados, com atenção especial a questões sociais e culturais brasileiras e internacionais.

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