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Amar, Verbo Intransitivo - Idílio

Título: Amar, Verbo Intransitivo - Idílio

Autor: MARIO DE ANDRADE

Sinopse: Mário de Andrade (1893-1945) foi poeta, contista, romancista, musicista, cronista, crítico de artes, de literatura, além de folclorista e um dos maiores expoentes do modernismo. As inovações empreendidas em Pauliceia desvairada (1922) o consolidaram como um dos grandes poetas de nossa literatura, e o ?Prefácio interessantíssimo?, texto de abertura desta obra, tornou-se representativo do movimento modernista. Também publicou o romance Amar, verbo intransitivo (1927), em que já se antecipa o experimentalismo de linguagem radicalizado em Macunaíma, o herói sem nenhum caráter (1928) ? um dos livros mais emblemáticos das letras no Brasil. Em seu primeiro romance ? Amar, verbo intransitivo ?, Mário de Andrade aventura-se a explorar e apreender a natureza e o mistério da alma feminina lançando mão de uma magistral composição da personagem-chave do seu livro: a governanta alemã Fraülein. Narrativa experimental, ousada, plasmada numa linguagem cinematográfica, espontânea, esta obra é uma importante referência dentro do movimento modernista, cujo valor literário reconhecem, à medida que sobre ela se debruçam, os críticos e estudiosos da formação da literatura nacional

Contexto da obra

Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Amar, Verbo Intransitivo – Idílio”, de MARIO DE ANDRADE, publicado pela editora NOVA FRONTEIRA, em 2013 e com 176 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.

Editora: NOVA FRONTEIRA

Páginas: 176

Ano: 2013

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8520932886

ISBN13: 9788520932889

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,400
  • Altura (cm): 17,50
  • Largura (cm): 12,00
  • Espessura (cm): 1,00

Sobre o autor

A leitura dos livros de Mario De Andrade é um mergulho em um Brasil multifacetado, onde o folclore, o cotidiano e as contradições nacionais se entrelaçam em narrativas que oscilam entre o lúdico e o crítico. A prosa ora se mostra inventiva e rapsódica, com ritmo que acompanha a oralidade popular, ora se revela densa e simbólica, exigindo atenção para captar as múltiplas camadas culturais presentes. A tensão nasce da convivência entre o humor irreverente e a reflexão sobre identidade e transformação social, enquanto personagens carregam traços de ambiguidade e complexidade, como o anti-herói que representa o próprio Brasil. A poesia, por sua vez, combina experimentação estética com um tom intimista e, às vezes, enigmático, que convida à contemplação. No conjunto, os livros de Mario De Andrade desafiam o leitor a navegar entre o regional e o universal, entre o passado mítico e o presente urbano, deixando perguntas sobre pertencimento e cultura.

Ver mais sobre o autor

Sobre a editora

A leitura dos livros da editora Nova Fronteira revela um equilíbrio entre obras literárias densas e textos acessíveis, com atenção especial à qualidade da tradução e ao cuidado editorial. O ritmo das narrativas varia bastante, desde a fluidez envolvente de romances clássicos até o humor sutil e a leveza da poesia e das crônicas. O catálogo sugere uma preferência por histórias que exploram conflitos internos, dilemas pessoais e contextos históricos, muitas vezes com um tom reflexivo ou crítico, mas que também pode se abrir para o lúdico e o fantástico. A diversidade de formatos inclui desde ensaios e análises literárias até graphic novels e livros infantis ilustrados, o que amplia o alcance para diferentes públicos e estilos de leitura.

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