
Título: Amazonia Ocupada - Idiomas Portugues - Ingles
Autor: João Farkas
Sinopse: As mais de duzentas fotografias que compõem a obra Amazônia Ocupada são o resultado do olhar conciso e apurado do fotógrafo João Farkas, que incursionou no interior da Amazônia entre as décadas de 1980 e 1990 para desnudar o lugar comum com que muitas vezes nosso imaginário veste o norte brasileiro. Espaço de conflitos e confluências, a Amazônia é revelada em multifacetas, que vão desde os garimpeiros até os indígenas, missionários, grileiros e migrantes. Com o aparato dos textos de Paulo Herkenhoff, Ricardo Lessa, Lilia Moritz Schwarcz e do próprio Farkas, o livro é um desafiador convite a todos aqueles que queiram redescobrir e desbravar novos velhos mundos.
Contexto da obra
Na Fotografia, obras como esta costumam interessar tanto pela imagem quanto pelo olhar que organizam sobre ela. “Amazonia Ocupada – Idiomas Portugues – Ingles”, de João Farkas, publicado pela editora Edições Sesc, em 2016 e com 238 páginas, integra a categoria Livros de Fotografia. Por isso, o interesse do livro pode crescer quando o leitor observa também a forma como as imagens organizam sentido.
Editora: Edições Sesc
Páginas: 238
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8569298447
ISBN13: 9788569298441
- Encadernação: CAPA DURA
- Peso (kg): 1,400
- Altura (cm): 21,50
- Largura (cm): 30,00
- Espessura (cm): 2,50
Sobre a editora
Os livros da editora EDICOES SESC oferecem uma imersão em temas que transitam entre as artes, as ciências humanas e as reflexões contemporâneas. A experiência de leitura costuma ser densa e multifacetada, combinando ensaios filosóficos, estudos históricos e análises culturais que dialogam com a memória, a identidade e as transformações sociais. O tom varia entre o acadêmico e o poético, com textos que exploram desde a fotografia de guerra até a trajetória de artistas e movimentos culturais brasileiros e internacionais. O catálogo revela ainda um interesse por narrativas que conectam o passado ao presente, como as memórias indígenas e os processos de resistência cultural.
