
Título: Amigos fumantes
Autor: João Loureiro
Sinopse: Organizado pela crítica e curadora Thais Rivitti, o livro retoma a trajetória do artista João Loureiro, mesclando imagens de suas obras e textos que discutem seu trabalho. A obra intitulada "Amigos fumantes: Cigarros" (2019) empresta o nome ao livro, que conta com ensaios de curadores, críticos e artistas como Carla Zaccagnini, Leda Catunda, Gilberto Mariotti, Ivo Mesquita e Rodrigo Moura.? Como afirma Mesquita, "Há sempre em seus trabalhos algo de irônico e mordaz, e, ao mesmo tempo, de melancólico e desencantado. Mobiliário, fliperamas, encenações de máquinas, aparatos diversos, entre surpreendentes e inúteis, parecem abrir um hiato entre o sentido do referente e a percepção, no entendimento que se pode ter dele. São peças e situações articuladas e interrogantes que provocam estranhamento e desconforto por revelarem algo de disfuncional, falido, num repertório de coisas tão familiares, catalogadas e próximas do corpo e do mundo".
Contexto da obra
Na área de Design, livros como este costumam dialogar com forma, processo e solução visual. “Amigos fumantes”, de João Loureiro, publicado pela editora Ubu Editora, em 2020 e com 272 páginas, integra a categoria Livros de Design. Esse contexto costuma ser útil para entender melhor como o livro pode funcionar como repertório e apoio conceitual.
Editora: Ubu Editora
Páginas: 272
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6586497000
ISBN13: 9786586497007
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,550
- Altura (cm): 14,00
- Largura (cm): 21,00
- Espessura (cm): 1,30
Sobre a editora
Os livros da editora Ubu Editora convidam o leitor a um mergulho em temas densos e contemporâneos, que transitam entre a filosofia, a psicanálise, a crítica social e a reflexão política. A experiência de leitura costuma ser marcada por uma linguagem cuidadosa, que equilibra rigor conceitual e acessibilidade, como se vê em obras que discutem desde a ética da inteligência artificial até questões de identidade e resistência cultural. O catálogo sugere uma preferência por textos que combinam análise crítica com narrativas que provocam o pensamento, muitas vezes atravessadas por tensões entre teoria e vivência, história e atualidade. Há também um cuidado editorial perceptível na apresentação visual e no formato, como em edições que valorizam o diálogo entre texto e imagem, reforçando o aspecto contemplativo e reflexivo da leitura.
