
Título: An American Marriage
Autor: Tayari Jones
Sinopse: Named an Oprah’s Book Club Selection. Newlyweds Celestial and Roy are the embodiment of both the American Dream and the New South. He is a young executive, and she is an artist on the brink of an exciting career. But as they settle into the routine of their life together, they are ripped apart by circumstances neither could have imagined. Roy is arrested and sentenced to twelve years for a crime Celestial knows he didn’t commit. Though fiercely independent, Celestial finds herself bereft and unmoored, taking comfort in Andre, her childhood friend, and best man at their wedding. As Roy’s time in prison passes, she is unable to hold on to the love that has been her center. After five years, Roy’s conviction is suddenly overturned, and he returns to Atlanta ready to resume their life together.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “An American Marriage”, de Tayari Jones, publicado pela editora Algonquin Books, em 2018 e com 320 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Algonquin Books
Páginas: 320
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9781616201340
Sobre a editora
Os livros da editora Algonquin Books costumam oferecer narrativas que exploram relações humanas complexas, muitas vezes ambientadas em contextos culturais específicos e marcados por tensões históricas e sociais. A experiência de leitura é marcada por um ritmo que alterna entre momentos de introspecção e tensão narrativa, com personagens que enfrentam dilemas pessoais e coletivos, desde conflitos familiares até questões de identidade e justiça. O catálogo apresenta obras que transitam entre o literário e o informativo, com textos que podem ser tanto líricos e contemplativos quanto investigativos e detalhados, incluindo relatos que desvendam mistérios ou exploram temas pouco convencionais. Essa diversidade sugere uma preferência editorial por histórias que dialogam com temas contemporâneos e universais, mas que também valorizam o contexto cultural e histórico de seus personagens.
