
Título: Ana Karênina #1
Autor: Leon Nikolaievitch Tolstói
Sinopse: ”Todas as famílias felizes são iguais. As infelizes o são cada uma a sua maneira”. É o início de “Ana Karênina”, obra de Tolstói, publicada entre 1873 e 1877. O romance gira em torno do caso extra-conjugal da personagem que dá título a obra, uma aristocrata da Rússia, que aparentemente tem tudo, riqueza, beleza, popularidade e um filho amado, mas sente-se vazia até encontrar Vronski. A sociedade russa do século XIX e a estrutura de relações que existiam entre as várias classes sociais, são caracterizadas pelas personagens da trama. Para fazer a análise social, Tolstói usa de dois eixos principais: o primeiro é o drama de Anna e o segundo a busca existencial de Levine. O humanismo dos personagens, o que possuem de bom e mau, como seres insondáveis, leva à ações comportamentais imprevisíveis, trazendo uma maior maturidade através de uma abertura dentro dos dogmas que já tinham adotado. No final, o autor analisa em conjunto todas as perspectivas sobre as quais se pode debruçar a existência, como religião, a filosofia e a ciência.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Ana Karênina #1”, de Leon Nikolaievitch Tolstói, publicado pela editora Abril, em 1979 e com 404 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Abril
Páginas: 404
Ano: 1979
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Abril apresentam um universo editorial marcado por narrativas que transitam entre o entretenimento popular e o jornalismo informativo. É comum encontrar histórias que exploram dramas pessoais intensos, como conflitos amorosos e dilemas familiares, ambientados em cenários variados que vão desde cortes aristocráticas até praias românticas. Ao mesmo tempo, o catálogo traz reportagens e pesquisas que discutem temas atuais, como o impacto da tecnologia no cotidiano e investigações sobre crimes reais, oferecendo um tom mais analítico e reflexivo. Essa combinação cria um contraste interessante entre obras mais narrativas e outras com perfil didático, voltadas para leitores que buscam tanto emoção quanto conhecimento.
