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Anarchie et Christianisme

Título: Anarchie et Christianisme

Autor: Jacques Ellul

Sinopse: «Quel peut être mon objectif en écrivant ces pages? Je crois qu’il est très important de bien situer le projet pour éviter tout malentendu! Tout d’abord, qu’il soit bien clair que je n’ai aucune intention prosélytique! Je ne cherche nullement à "convertir" des anarchistes à la foi chrétienne! Ceci n’est pas une simple attitude d’honnêteté, mais se trouve également fondé bibliquement... Réciproquement, je ne cherche nullement à dire aux chrétiens qu’ils doivent devenir anarchistes! Mais seulement que, parmi les options "politiques", s’ils tiennent à s’engager dans une voie politique, ils ne doivent pas écarter d’avance l’anarchisme, mais que, bien au contraire, à mes yeux celui-ci me paraît la conviction la plus proche, dans son domaine, de la pensée biblique.» (Jacques Ellul)

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Anarchie et Christianisme”, de Jacques Ellul, publicado pela editora Atelier de Creation Libertaire, em 1988 e com 123 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Atelier de Creation Libertaire

Páginas: 123

Ano: 1988

Edição:

Linguagem: francês

ISBN: 2905691107

ISBN13: 9782905691101

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Jacques Ellul é um mergulho denso e reflexivo na interseção entre tecnologia, sociedade e fé. A prosa costuma ser direta, quase seca, mas carregada de um rigor intelectual que exige atenção constante do leitor. A tensão nasce da crítica contundente à modernidade, especialmente à alienação provocada pelas máquinas e pela propaganda, que Ellul analisa com olhar sociológico e teológico. Em meio a argumentos que desafiam o leitor a repensar o papel do indivíduo em sociedades tecnológicas e políticas, há também um convite à reflexão ética e espiritual, sem apelos simplistas. O ritmo pode variar, ora mais contemplativo e filosófico, ora incisivo e quase militante, mas sempre com foco na complexidade do homem diante das estruturas que o cercam. Essa experiência provoca uma inquietação intelectual que permanece após a leitura, questionando a liberdade, o poder e a autenticidade da existência humana.

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