
Título: Antropologia Digital e Experiências Virtuais do Museu de Favela
Autor: Mônica Machado Cardoso
Sinopse: Antropologia digital e experiêcias virtuais do Museu de Favela analisa os usos de redes sociais por jovens das favelas do Cantagalo, Pavão e Pavãozinho no Rio de Janeiro, e documenta o processo de criação de plataformas digitais para o Museu de Favela na mesma comunidade. A base teórica é da antropologia, especialmente a subdisciplina da antropologia digital de tradição inglesa. Recorrendo à abordagem etnográfica, o livro investiga as vozes polifônicas dos atores locais ao partilhar do legado e patrimônio das memórias sociais comunitárias. A hipótese que fundamenta a pesquisa é de que o mundo on-line é campo de mediação tão autêtico com o offl-ine, com todas as suas contradições. Assim, muitas marcas sócio-históricas das experiêcias de sociabilidade, do modo de relação com a política, das expressões espirituais e da cultura do lúdico nas favelas aparecem nas redes sociais como retenções precedentes, embora novos sentidos e experiêcias se multipliquem.
Contexto da obra
Na área de Linguística e Comunicação, livros como este costumam interessar por linguagem, discurso e mediação. “Antropologia Digital e Experiências Virtuais do Museu de Favela”, de Mônica Machado Cardoso, publicado pela editora Appris Editora, em 2017 e com 215 páginas, integra a categoria Livros de Linguística e Comunicação. Na prática, isso ajuda a entender melhor o lugar do livro entre linguagem, análise e formas de comunicação.
Editora: Appris Editora
Páginas: 215
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8547308113
ISBN13: 9788547308117
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,200
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,30
Sobre a editora
Os livros da editora Appris Editora apresentam um olhar atento a temas contemporâneos e questões sociais, educacionais e culturais, com textos que transitam entre análises teóricas e relatos práticos. A experiência de leitura frequentemente envolve reflexões críticas sobre educação, saúde, direitos humanos e práticas profissionais, com uma linguagem que varia entre o acessível e o acadêmico, sempre com densidade conceitual. O catálogo indica uma preocupação com a formação de sujeitos em contextos diversos, desde a infância até a vida adulta, e com temas que dialogam com políticas públicas, inovação e práticas interdisciplinares. Há obras que exploram desde o ensino formal e suas metodologias até debates sobre sexualidade, envelhecimento, cultura e memória, revelando um perfil editorial que privilegia o aprofundamento e a problematização social.
