
Título: Are We Smart Enough to Know How Smart Animals Are?
Autor: Frans de Waal
Sinopse: A New York Times bestseller: "A passionate and convincing case for the sophistication of nonhuman minds." ―Alison Gopnik, The Atlantic
Hailed as a classic, Are We Smart Enough to Know How Smart Animals Are? explores the oddities and complexities of animal cognition―in crows, dolphins, parrots, sheep, wasps, bats, chimpanzees, and bonobos―to reveal how smart animals really are, and how we’ve underestimated their abilities for too long. Did you know that octopuses use coconut shells as tools, that elephants classify humans by gender and language, and that there is a young male chimpanzee at Kyoto University whose flash memory puts that of humans to shame? Fascinating, entertaining, and deeply informed, de Waal’s landmark work will convince you to rethink everything you thought you knew about animal―and human―intelligence. 32 illlustrations
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “Are We Smart Enough to Know How Smart Animals Are?”, de Frans de Waal, publicado pela editora W. W. Norton & Company, em 2017 e com 352 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: W. W. Norton & Company
Páginas: 352
Ano: 2017-04-04
Edição: Illustrated
Linguagem: en
ISBN: 0393353664
ISBN13: 9780393353662
Sobre a editora
Os livros da editora W. W. Norton & Company oferecem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico com acessibilidade, frequentemente apresentando obras que dialogam com história, ciência e cultura contemporânea. O catálogo revela uma tendência a publicar textos que exploram temas complexos, como política, economia global, biografias detalhadas e debates filosóficos, sempre com um olhar que privilegia a profundidade e o contexto. As narrativas podem variar do ensaio crítico ao relato documental, incluindo também memórias e análises históricas, com um tom que ora é didático, ora reflexivo, mas sempre fundamentado em pesquisa sólida. Essa diversidade permite ao leitor transitar entre obras que são mais narrativas e outras que adotam um formato mais informativo e analítico.
