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As Guerras de Deuses e Homens (Crônicas da Terra #3)

Título: As Guerras de Deuses e Homens (Crônicas da Terra #3)

Autor: Zecharia Sitchin

Sinopse: Neste livro, o terceiro da série Crônicas da Terra, Zecharia Sitchin, historiador e ex-consultor da NASA (autoridade em cuneiforme), nos conta o que aconteceu após o Dilúvio, há 13000 anos; o repovoamento da Terra pelos descendentes de Noé (o Ut'napishtim sumério), a construção das pirâmides de Gizé, como sinalizadores do espacoporto dos Nefilim (deuses do Genêsis 6, Salmo 82, etc, etc), habitantes de Nibiru/Marduk, 10º planeta do sistema solar, e a disputa entre eles pelo controle da Terra, onde a humanidade foi convocada para lutar, culminando com uma guerra nuclear por volta de 2000 a.C. Nesta época, Rá-Marduk, deus da Babilônia, apoiado também pelos faraós do Egito, estava prestes a conquistar o espaçoporto, que ficava em Canaã, alinhado entre as pirâmides e o Ararat, seu principal adversário nesta disputa era Nannar-Sin deus de Ur, cidade de Abraão. Sob as ordens de Nannar, Abraão sai de Ur com seu exército em direção a Canaã para reforçar a segurança do espaçoporto que até então era controlado por Shamash-Baal, deus dos Cananeus, filho de Nannar. Abraão venceu várias batalhas, mas no conflito generalizado, os seguidores de Rá/Marduk levavam vantagem, pois contavam também com apoio de alguns reis cananeus, como de Sodoma e Gomorra. Com inveja de Rá/Marduk que estava prestes a conquistar o espaçoporto e por tabela o controle da Terra, seu irmão Nergal uniu-se a seu primo Ninurta, irmão de Nannar, e destruiram o espaçoporto e cidades cananéias traidoras com armas nucleares. Os ventos do Mediterrâneo levaram a radiação (vento mau), até a Suméria, dizimando assim a primeira civilização da Terra. Após o holocausto nuclear a família de Nannar-Sin reconhece a derrota, e Rá-Marduk é declarado Deus Supremo da Babilônia e dos Quatro Cantos da Terra, e este, num gesto de farsa e arrogância se auto-intitula o Criador do Mundo, de Adão e Eva e autor do Dilúvio, insinuando o Monoteísmo. Com este resultado final, desfavorável a seu Deus, Abraão a Ur não quis mais voltar, pois esta estava sob domínio de deuses adversários, recebendo então de Nannar a promessa de uma nova pátria, Canaã dos Cananeus. E como tributo, os hebreus foram levados para o Egito. Os Sumérios conheciam todos os planetas do Sistema Solar há 6000 anos. No dia 09/07/06 a TV Cultura levou ao ar um documentário produzido pela BBC, mostrando que o principal duto da pirâmide de Queóps, apontava para a Constelação de Órion, e ele só apontaria para lá se ela tivesse sido construída em 10.500 a.C., (conforme movimento da Terra ao redor de seu próprio eixo), como também afirma Zecharia Sitchin, segundo ele, elas foram idealizadas por Ptah, planejadas por seu filho Rá e construídas por Geb. No dia que o Oriente Médio tomar consciência da verdadeira história da humanidade, verá que não há motivo para guerras religiosas. A Terra é uma Colônia.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “As Guerras de Deuses e Homens (Crônicas da Terra #3)”, de Zecharia Sitchin, publicado pela editora Best Seller, em 2002 e com 384 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Best Seller

Páginas: 384

Ano: 2002

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8571238073

ISBN13: 9788571238077

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Zecharia Sitchin conduz o leitor a uma jornada intensa entre arqueologia, mitologia e teorias sobre a origem da humanidade e do sistema solar. O ritmo é marcado por uma narrativa que intercala detalhes minuciosos de pesquisas e descobertas com relatos de expedições e interpretações de textos antigos. A tensão surge da constante provocação das versões oficiais da história, questionando fatos estabelecidos e sugerindo conexões surpreendentes entre civilizações antigas e visitantes extraterrestres. O foco intelectual é forte, exigindo atenção para acompanhar a complexidade das informações e a articulação entre evidências arqueológicas e textos antigos. Em alguns momentos, a prosa se torna quase documental, enquanto em outros se aproxima do relato pessoal e aventureiro. Essa alternância cria uma experiência de leitura que mistura o concreto e o especulativo, deixando o leitor com perguntas sobre a origem da humanidade e o papel dos chamados deuses antigos.

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