
Título: As Meninas do Cy: Vida e Música do Quarteto Em Cy
Autor: Inahiá Castro
Sinopse: Quarteto em Cy é o nome de um grupo vocal brasileiro formado inicialmente pelas irmãs Cybele, Cylene, Cynara e Cyva. Com o apoio de Vinícius de Moraes, iniciaram a carreira em 1964 com apresentações em boates do Rio de Janeiro. No final da década de 1960 o grupo alcançou êxito internacional sob o título The Girls From Bahia tendo passado por mudanças em sua composição original. Neste período atuaram no quarteto as cantoras Semíramis, Regina e Sonya. Após um breve hiato o grupo volta às atividades - em 1972 - com as cantoras: Cyva, Cynara, Dorinha e Sonya. Em 1980 Dorinha se afasta por motivos de saúde e é substituída por Cybele, estabelecendo uma formação que se mantém até hoje.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “As Meninas do Cy: Vida e Música do Quarteto Em Cy”, de Inahiá Castro, publicado pela editora Imprensa Oficial, em 2012 e com 252 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Imprensa Oficial
Páginas: 252
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8540100282
ISBN13: 9788540100282
Sobre a editora
Os livros da editora Imprensa Oficial costumam apresentar um recorte editorial focado em obras que exploram a história, a cultura e as instituições brasileiras com rigor documental e análise crítica. A experiência de leitura é marcada por narrativas densas, que combinam pesquisa detalhada e interpretação cuidadosa, como em estudos sobre imigração, arte sacra colonial e o desenvolvimento do cinema nacional. O tom varia entre o didático e o ensaístico, com um ritmo que privilegia a reflexão e o aprofundamento, direcionado a leitores interessados em temas culturais, sociais e históricos. O catálogo revela uma preferência por obras que dialogam com o patrimônio cultural, biografias e análises institucionais, oferecendo tanto relatos históricos quanto perspectivas contemporâneas.
