
Título: As Obras-Primas que Poucos Leram
Autor: Heloisa Seixas (org.)
Sinopse: Os artigos reunidos na série "As obras primas que poucos leram" foram publicados na revista Manchete no início dos anos 1970. O objetivo era falar sobre as obras de literatura que, mesmo famosas para o grande público, fossem na verdade pouco lidas. Daí o nome da série: As obras primas que poucos leram. No primeiro volume, a organizadora da série, Heloisa Seixas, reuniu artigos sobre O castelo, de Franz Kafka (por Otto Maria Carpeaux), Grande sertão: veredas, de Guimarães Rosa, por (Carlos Heitor Cony), Em busca do tempo perdido, de Marcel Proust (por Paulo Mendes Campos), Ulisses, de James Joyce (por Antônio Houaiss), Macunaíma, de Mario de Andrade (por Haroldo de Campos), entre outros. Ao longo de cinco anos, foram publicados mais de duzentos artigos que tratavam de obras-primas da literatura nos mais diversos gêneros. Nestes dois volumes estão reunidos setenta textos sobre obras de ficção, no gênero romance ou conto. A quantidade e qualidade dos textos revelam que os tempos eram outros: uma revista de informação, sem maiores pretensões intelectuais, abria inúmeras páginas para textos com tal qualidade jornalística e até literária. A série 'As obras-primas que poucos leram' é uma oportunidade única para os leitores conhecerem textos críticos sobre as mais importantes obras da literatura mundial, escritos por alguns dos mais respeitados intelectuais brasileiros.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “As Obras-Primas que Poucos Leram”, de Heloisa Seixas (org.), publicado pela editora Record, em 2006 e com 490 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Record
Páginas: 490
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9788501068118
Sobre a editora
Os livros da editora Record costumam apresentar narrativas que exploram a complexidade das relações humanas, seja por meio de contos com temas de memória e verdade, seja em romances que abordam tragédias pessoais e dilemas morais. A linguagem varia do lírico e poético ao direto e envolvente, com obras que transitam entre o romance histórico, o suspense policial e a literatura nacional contemporânea. O catálogo sugere um equilíbrio entre textos densos e reflexivos e histórias que mantêm o leitor imerso em tramas emocionais, muitas vezes marcadas por conflitos íntimos e sociais. A diversidade de temas inclui desde investigações policiais até biografias e análises históricas, o que proporciona uma experiência de leitura multifacetada, sem perder o foco na profundidade dos personagens e das situações.
