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As Paisagens Propícias

Título: As Paisagens Propícias

Autor: Ruy Duarte de Carvalho

Sinopse: Nas primeiras páginas de As Paisagens Propícias, é-nos dito que a um homem, Paulino, foi pedido que partisse em viagem, pelo deserto, em busca de um outro, o dono incerto de uns papéis achados numa mala. Uma vez encontrado, SRO, é este o seu nome, pede a Paulino que traga até si aquele que o mandara em expedição. As primeiras páginas deste livro são, portanto, o relato do modo como o narrador, a mando das próprias personagens, partiu em busca da história que aí se começa a contar. Se adiantarmos que os papéis misteriosos são ainda os de «um inglês», quer dizer, os mesmos que há quatro anos intitularam o último romance de Ruy Duarte de Carvalho – Os Papéis do Inglês – , não será desapropriado apresentar este livro como o itinerário do encontro de um narrador com os restos de um livro antigo, ou dizendo ainda o mesmo, o de um autor com o seu próprio projecto romanesco.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “As Paisagens Propícias”, de Ruy Duarte de Carvalho, publicado pela editora Cotovia, em 2005 e com 344 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Cotovia

Páginas: 344

Ano: 2005

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 9727951171

ISBN13: 9789727951178

    Sobre a editora

    Os livros da editora COTOVIA costumam oferecer uma experiência de leitura que combina reflexão cultural e narrativa literária com um tom que varia do humor sutil à densidade filosófica. O catálogo apresenta obras que exploram desde relatos de viagem com nuances cômicas e observações sociais até análises críticas e ensaios sobre temas como feminismo, poesia antiga e identidade. Há uma presença marcante de textos que dialogam com a história, a política e a condição humana, muitas vezes por meio de personagens ou vozes que questionam o lugar do indivíduo na sociedade. O ritmo pode ser tanto contemplativo quanto provocativo, com passagens que alternam entre o didático e o narrativo, atendendo a leitores interessados em textos que desafiam a compreensão convencional.

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