
Título: ATELIE DA PALAVRA AYVU RAPYTA
Autor: Kleyton Rattes
Sinopse: A obra Ateliê da Palavra Ayvu Rapyta lança um olhar sobre os mitos, cantos e relatos metafísicos presentes no clássico livro da etnologia americanista Ayvu Rapyta, de León Cadogan. A obra retoma os textos e as práticas guarani, inserindo-os nos contextos sociopolíticos e indigenistas de meados do século XX na América Latina. O cerne do livro é mostrar como a “metafísica da palavra mbya-guarani”, em processos de criação e tradução poéticos, imbrica-se na forma como León Cadogan concebe o ideal e a prática dos trabalhos antropológico e linguístico, a saber, o encontro tradutivo entre diferenças culturais cuja palavra final é partilhada e habita, em surpreendentes simetrizações das assimetrias impostas historicamente entre os saberes, no mínimo dois horizontes de modo concomitante: o “indígena” e o “branco”.
Contexto da obra
Nas Ciências Políticas, livros como este costumam dialogar com instituições, ideias e vida pública. “ATELIE DA PALAVRA AYVU RAPYTA”, de Kleyton Rattes, publicado pela editora Appris Editora, em 2017 e com 397 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Políticas. Esse enquadramento ajuda o leitor a perceber melhor a natureza analítica da obra e seu lugar no debate político.
Editora: Appris Editora
Páginas: 397
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8547308318
ISBN13: 9788547308315
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,200
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,80
- Espessura (cm): 2,50
Sobre a editora
Os livros da editora Appris Editora apresentam um olhar atento a temas contemporâneos e questões sociais, educacionais e culturais, com textos que transitam entre análises teóricas e relatos práticos. A experiência de leitura frequentemente envolve reflexões críticas sobre educação, saúde, direitos humanos e práticas profissionais, com uma linguagem que varia entre o acessível e o acadêmico, sempre com densidade conceitual. O catálogo indica uma preocupação com a formação de sujeitos em contextos diversos, desde a infância até a vida adulta, e com temas que dialogam com políticas públicas, inovação e práticas interdisciplinares. Há obras que exploram desde o ensino formal e suas metodologias até debates sobre sexualidade, envelhecimento, cultura e memória, revelando um perfil editorial que privilegia o aprofundamento e a problematização social.
