
Título: Avenida Murkinesse 666: A escuridão tem endereço
Autor: Rô Mierling
Sinopse: Na pequena cidade, um velho prédio tem uma história triste e macabra. Localizado na Avenida Murkinesse 666, o prédio foi construído pelo governo na década de 50, para ser cedido a famílias necessitadas. Muitas dessas famílias passaram a habitar o prédio, e tiveram ali suas histórias interrompidas quando na década de 60 múltiplos assassinatos mancharam de sangue as paredes e escadarias do sinistro prédio. Em cada apartamento morava uma ou mais crianças. Na madrugada do dia 31 de outubro de 1966 por volta das três da madrugada, a eletricidade do prédio foi subitamente cortada e na escuridão total, passos apressados se ouviram nos corredores de todos os andares. O dia amanhece e na portaria do prédio se via um rastro de sangue que levava ao final da avenida. O tempo passou e na virada do século, mais precisamente no ano 2000, o governo local fez umas poucas reformas no prédio e o liberou para moradia de famílias consideradas marginalizadas. Vamos conhecer agora a história desse novos moradores.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Avenida Murkinesse 666: A escuridão tem endereço”, de Rô Mierling, publicado pela editora Illuminare, em 2017 e com 136 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Illuminare
Páginas: 136
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
O catálogo da Illuminare oferece uma experiência de leitura marcada pela diversidade temática e tonal. Os livros da editora Illuminare transitam entre contos de humor, ficção científica e suspense, até narrativas intimistas e relatos dramáticos baseados em fatos reais. A linguagem varia do ágil e acessível ao mais reflexivo e denso, com textos que exploram desde a vida cotidiana até universos sombrios e fantásticos. O tom pode ser ora irônico, ora emocional, muitas vezes com um ritmo que privilegia a tensão e o envolvimento do leitor. Essa variedade sugere um público que aprecia tanto histórias mais narrativas quanto aquelas com um viés crítico ou experimental.
