
Título: Bem-vindo ao meu pesadelo
Autor: Judivan J. Vieira
Sinopse: Bem-vindo ao meu Pesadelo" marca a estréia de Judivan J. Vieira nas letras. O livro foi nascendo na beira de fogueiras e em meio às viagens do autor pelos diversos Estados deste imenso continente brasileiro. O Brasil não é rico apenas por sua gente e por seus recursos naturais, é rico em criatividade e estórias que fluem de cada brasileiro como se ele não fosse apenas escultor de seu próprio destino, mas também escritor de tantas quantas lendas e mitos o leitor ou ouvinte for capaz de assimilar. Em "Bem-vindo ao meu Pesadelo", o autor se propôs a ouvir e transferir para o papel as estórias misteriosas que lhe foram contadas e que (juram seus narradores) aconteceram em Jataí, Bonito de Santa Fé, Rio, São Paulo, Seabra, Porto Velho e em diversos outros municípios e estados brasileiros. Você vai se arrepiar com algumas e se encantar por outras.
Contexto da obra
Na crítica literária, livros como este costumam ampliar a leitura de autores, obras e tradições. “Bem-vindo ao meu pesadelo”, de Judivan J. Vieira, publicado pela editora Thesaurus, em 2006 e com 161 páginas, integra a categoria Livros de Crítica Literária. Na prática, isso ajuda a situar o livro como apoio valioso para quem quer ler obras e autores com mais contexto.
Editora: Thesaurus
Páginas: 161
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8570625340
ISBN13: 9788570625342
Sobre a editora
Os livros da editora Thesaurus oferecem uma experiência de leitura marcada por uma diversidade que vai do romance psicológico e ficção contemporânea até análises profundas de literatura e estudos acadêmicos. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras narrativas que exploram conflitos pessoais e sociais, e textos mais densos, como ensaios filosóficos, históricos e teológicos. Em muitos casos, a linguagem é cuidada, com vocabulário preciso e estrutura que privilegia tanto o aspecto emocional quanto o intelectual, convidando o leitor a reflexões que ultrapassam o texto imediato. A variedade de temas inclui desde questões existenciais e culturais até técnicas específicas, como taquigrafia, e debates sobre política, religião e linguística. Essa amplitude indica um público leitor que valoriza tanto a profundidade conceitual quanto a narrativa envolvente, com obras que podem ser desafiadoras ou acessíveis, dependendo do enfoque.
