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Bitch: What does it mean to be female?

Título: Bitch: What does it mean to be female?

Autor: Lucy Cooke

Sinopse: Studying zoology made Lucy Cooke feel like a sad freak. Not because she loved spiders or would root around in animal feces: all her friends shared the same curious kinks. The problem was her sex. Being female meant she was, by nature, a loser. Since Charles Darwin, evolutionary biologists have been convinced that the males of the animal kingdom are the interesting ones -dominating and promiscuous, while females are dull, passive, and devoted. In Bitch, Cooke tells a new story. Whether investigating same-sex female albatross couples that raise chicks, murderous mother meerkats, or the titanic battle of the sexes waged by ducks, Cooke shows us a new evolutionary biology, one where females can be as dynamic as any male. This isn‘t your grandfather’s evolutionary biology. It’s more inclusive, truer to life, and, simply, more fun.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Bitch: What does it mean to be female?”, de Lucy Cooke, publicado pela editora Penguin books, em 2022 e com 369 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Penguin books

Páginas: 369

Ano: 2022

Edição:

Linguagem: inglês

ISBN: 1804990914

ISBN13: 9781804990919

    Sobre a editora

    Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.

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