
Título: Boca do Inferno (Edicao de Bolso)
Autor: Ana Miranda
Sinopse: Salvador, final do século XVII. Nessa cidade de desmandos e devassidão desenrola-se a trama de Boca do Inferno, recriação de uma época turbulenta centrada na feroz luta pelo poder que opôs o governador Antonio de Souza Menezes, o temível Braço de Prata, à facção liderada por Bernardo Vieira Ravasco, da qual faziam parte o padre Antonio Vieira e o poeta Gregório de Matos. Com uma linguagem rica e precisa, e uma narrativa de extraordinária agilidade, Ana Miranda trabalha em filigrana os pontos de contato entre ficção e história, mostrando em todo o seu vigor a vida de homens e mulheres dilacerados entre o prazer e o pecado, o céu e o inferno. Prêmio Jabuti 1990 de Melhor Autora Revelação
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Boca do Inferno (Edicao de Bolso)”, de Ana Miranda, publicado pela editora Companhia de Bolso, em 2006 e com 312 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia de Bolso
Páginas: 312
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535907777
ISBN13: 9788535907773
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,262
- Altura (cm): 18,00
- Largura (cm): 12,50
- Espessura (cm): 1,60
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia de Bolso apresentam uma variedade que vai do ensaio crítico à narrativa literária, passando por biografias e estudos históricos. A experiência de leitura costuma ser marcada por um tom reflexivo e uma linguagem que combina rigor intelectual com acessibilidade, seja na análise de temas como religião, filosofia e política, seja na construção de personagens e cenários densos e humanos. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras que exploram conflitos culturais e sociais profundos e outras que valorizam a dimensão poética e a sensibilidade do cotidiano. Em alguns casos, a prosa é mais densa e filosófica, enquanto em outros predomina um ritmo narrativo mais fluido e envolvente, com humor ou lirismo discretos. Essa diversidade permite ao leitor navegar entre textos que dialogam com a tradição intelectual e outros que se aproximam da experiência pessoal e da memória.
