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Brás, Bexiga e Barra Funda; Laranja da China

Título: Brás, Bexiga e Barra Funda; Laranja da China

Autor: Antônio de Alcântara Machado

Sinopse: O paulistano Antônio de Alcântara Machado se destacou no movimento modernista quando publicou sua série de contos reunidos no livro “Brás, Bexiga e Barra Funda” (1927). Seus contos são muito elogiados pela crítica e retratam com humor e exatidão a vida na São Paulo da década de 1920. “Brás, Bexiga e Barra Funda” é composta por 11 contos que nasceram da experiência do autor como jornalista e são recheados do linguajar típico das notícias. Os três bairros paulistanos que dão nome ao livro retratam a influência e a integração dos imigrantes italianos na cidade de São Paulo. Esta edição reúne também os 12 contos de Laranja da China (1928). Fruto de uma paródia do Hino Nacional muito popular na época de Alcântara Machado, “laranja da China” é uma expressão que dá o tom humorístico e nacionalista aos contos, todos eles pincelados de humor e linguagem coloquial.

Contexto da obra

Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Brás, Bexiga e Barra Funda; Laranja da China”, de Antônio de Alcântara Machado, publicado pela editora Martin Claret, em 2012 e com 136 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.

Editora: Martin Claret

Páginas: 136

Ano: 2012

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8572323635

ISBN13: 9788572323635

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,150
  • Altura (cm): 18,00
  • Largura (cm): 11,50
  • Espessura (cm): 0,70

Sobre o autor

A leitura dos livros de Antônio de Alcântara Machado revela um olhar atento e sensível para o cotidiano urbano e operário, especialmente na São Paulo dos anos 1920. Sua prosa se destaca pelo ritmo ágil, marcado por frases curtas e diálogos econômicos que criam uma oralidade espontânea, quase cinematográfica. Há um equilíbrio entre a ironia e o humor, que se entrelaçam a uma linguagem coloquial e coloquialismos que aproximam o leitor das personagens e seus ambientes. O tom varia entre o lírico e o seco, ora lírico na descrição dos personagens, ora seco na crítica social, construindo uma tensão que mantém o interesse sem perder a leveza. Os contos e crônicas frequentemente exploram a interação entre imigrantes italianos e brasileiros, levantando questões sobre identidade, transformação social e o impacto da imigração na formação da cidade. Essa experiência de leitura é ao mesmo tempo íntima e externa, convidando o leitor a mergulhar em um universo de vozes e sotaques, onde o detalhe do cotidiano ganha dimensão literária.

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Sobre a editora

Os livros da editora Martin Claret oferecem uma experiência de leitura que combina profundidade psicológica e riqueza histórica, transitando por narrativas que exploram tanto conflitos existenciais quanto contextos sociais e culturais marcantes. As obras frequentemente apresentam personagens complexos, cujas jornadas envolvem dilemas morais, transformações pessoais e críticas sociais, tudo isso em cenários que vão da Idade Média europeia a paisagens brasileiras e ambientes urbanos. O catálogo revela um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances clássicos e biografias, e outros de caráter analítico ou ensaístico, que abordam temas sociais, filosóficos e históricos com rigor. A linguagem tende a variar entre o refinado e o acessível, convidando leitores que apreciam tanto a literatura de ficção quanto obras informativas e formativas.

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