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Breve História da Alma

Título: Breve História da Alma

Autor: Gianfranco Ravasi

Sinopse: Ao longo dos séculos, muitos tentaram perceber a essência da alma: para alguns estava acorrentada ao corpo, para outros era um espírito puríssimo; os seus traços conduziam à intimidade profunda do homem ou à sua consciência ou, ainda, ao seu cérebro. A investigação laica identificava-a com a psique ou com o sistema neuronal, a intuição religiosa percebia-a como um abismo de luz em que Deus se desvenda. Cada vez mais procurada, investigada, negada e afirmada, a alma continuou a escapar à imensa fila dos seus «buscadores», que povoaram a história da humanidade. Como sugere a origem do nome, ela é de facto semelhante ao vento (ánemos, em grego), algo que existe mas não se vê nem se toca; que nos roça, sacode,atormenta e penetra, mas escapa inexoravelmente à verdade material. Gianfranco Ravasi quis repensar o que já tinha sido investigado e meditado durante a longa aventura do pensamento humano, a partir das culturas primitivas e das antigas civilizações do Egipto, Mesopotâmia, Índia e Arábia. E analisou as duas nascentes que alimentam o conceito ocidental de alma: as Sagradas Escrituras, em particular o Génesis, com o homem criado à «imagem de Deus», e a cultura grega com os mitos de Psique e de Orfeu, e pensadores como Platão, Aristóteles e Plotino. São muitíssimos os buscadores que Ravasi encontra: daqueles que pesquisaram a alma do ponto de vista teológico como os Padres da Igreja e São Tomás de Aquino, àqueles que a analisaram filosoficamente como Descartes, Hegel, Comte, Darwin, Popper, mas também a Freud e Jung, só para citar alguns. Quando se chega ao fim destas reflexões, apercebemo-nos de que a história da alma coincide com a história do homem, criatura de Deus. Mas surge a dúvida de que a agitação febril da humanidade contemporânea não seja um avanço, mas um imperceptível retrocesso ou uma estranha ciranda girada sempre no mesmo espaço e que «a alma, com a sua fome de eterno e de infinito» seja o que, pelo contrário, nos obrigará a avançar «sempre em frente».

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Breve História da Alma”, de Gianfranco Ravasi, publicado pela editora Dom Quixote, em 2011 e com 352 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Dom Quixote

Páginas: 352

Ano: 2011

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN:

ISBN13: 9789722040297

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Gianfranco Ravasi oferece um percurso que mescla reflexão profunda com clareza expositiva, onde temas espirituais e bíblicos são explorados com um olhar que dialoga com a filosofia, a arte e a cultura. A prosa costuma ser contemplativa, convidando o leitor a uma pausa para meditação e questionamentos existenciais, especialmente sobre a alma, a oração e o sentido humano diante do universo. O ritmo varia entre o didatismo tranquilo e a densidade intelectual, sem perder a acessibilidade, criando uma experiência que amplia horizontes sem se perder em abstrações. Há uma tensão sutil entre o antigo e o contemporâneo, entre o mistério da fé e os desafios do mundo moderno, que mantém o leitor atento e envolvido. Em meio a isso, os livros de Gianfranco Ravasi instigam a reconsideração de certezas e a busca por respostas que tocam tanto o emocional quanto o intelectual.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Dom Quixote costumam oferecer uma experiência de leitura que mescla densidade histórica e humana, frequentemente explorando os efeitos do passado sobre a vida individual e coletiva. O catálogo apresenta narrativas que transitam entre o íntimo e o político, com personagens que enfrentam dilemas morais, memórias dolorosas e transformações sociais, seja em contextos de guerra, regimes autoritários ou mudanças culturais profundas. O tom varia do contemplativo ao tenso, com histórias que vão do romance histórico ao thriller, passando por relatos de sobrevivência e ficção especulativa. A linguagem tende a ser elaborada, convidando o leitor a uma reflexão cuidadosa, e o ritmo pode oscilar entre o meditativo e o urgente, conforme o tema.

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