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Caixa de Dramaturgias Indigenas

Título: Caixa de Dramaturgias Indigenas

Autor: Kambeba Marcia

Sinopse: (...) O ânimo da floresta e o tempo da experiência, tão sufocados historicamente, tornam a se fazer visíveis. Nestes tempos em que a palavra indígena ecoa, como o espírito, testemunhamos com todos os sentidos as mensagens da terra, as mágicas e as políticas, que se atravessam, se fazem sentir através do corpo indígena que pisa a cena como pisa o chão. Esta caixa compila 11 dramaturgias criadas nos últimos anos por artistas indígenas, ou em co-autoria entre indígenas e parceiros não indígenas, reunindo-os de várias regiões do Brasil, além de Chile e Argentina. São obras que, para além de posicionar a afirmação da própria existência, possibilitam o exercício da autoficção e trazem à tona questões marcantes em sua contemporaneidade, como os decorrentes debates sobre a retomada de territórios e identidades de gênero.

Contexto da obra

Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Caixa de Dramaturgias Indigenas”, de Kambeba Marcia, publicado pela editora n-1 edições, em 2023 e com 544 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.

Editora: n-1 edições

Páginas: 544

Ano: 2023

Edição: 1

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 6581097691

ISBN13: 9786581097691

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,470
  • Altura (cm): 14,00
  • Largura (cm): 22,00
  • Espessura (cm): 6,50

Sobre a editora

Os livros da editora N-1 Ediçoes convidam o leitor a uma imersão em textos densos que transitam entre filosofia, política, arte e crítica social. A experiência de leitura costuma exigir atenção cuidadosa a conceitos complexos, com narrativas que oscilam entre o ensaio rigoroso e a reflexão poética, muitas vezes atravessadas por diálogos e cartas inéditas. O catálogo privilegia temas como o corpo, a temporalidade, a crítica ao racismo e às estruturas coloniais, além de explorar a relação entre arte e subjetividade. A linguagem é ao mesmo tempo densa e instigante, com ritmo que pode variar do mais contemplativo ao mais tenso, e um tom que mistura o didático com o experimental. Em meio a essa diversidade, há obras que se aproximam da filosofia política, outras que se dedicam a análises culturais e algumas que propõem cartografias conceituais para pensar o presente.

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