
Título: Carmen Miranda: Rodando A Baiana
Autor: Luiz Henrique Saia
Sinopse: Ela possuía o impressionante poder de fascinar. Dizem que não tinha voz, que era até desafinada, mas mesmo assim, era gostoso ouvi-la cantar. Certa vez, alguém que escutava uma gravação sua, comentou: "Que Interessante! A gente parece que não está ouvindo, está vendo. Parece que a cantora está dentro da vitrola!" Na verdade, ela estava mesmo. Suas pulsações explosivas penetravam pelos meios e sacudiam os fins. E isso desde o tempo que entregava marmitas pros comensais da pensão da sua mãe. Naquela época, Carmen aproveitava as visitas para falar pelos cotovelos, imitar artistas conhecidos e cantar. Carmen jamais deixou de fazer alguma dessas três coisas. Só que fez muito mais: aprendeu a falar pelos olhos, cantar pelos cotovelos e imitar a si mesma, consumindo toda aquela energia que lhe parecia inesgotável. Viveu como uma lâmpada de 100 watts e um dia apagou pra descansar da vida. ==== http://www.editorabrasiliense.com.br/cat-colecao-encanto-radical.php
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Carmen Miranda: Rodando A Baiana”, de Luiz Henrique Saia, publicado pela editora Brasiliense, em 1984 e com 112 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Brasiliense
Páginas: 112
Ano: 1984
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9871840721
ISBN13: 9789871840724
Sobre a editora
Os livros da editora BRASILIENSE convidam a uma imersão em temas históricos, sociais e culturais com abordagem analítica e narrativa densa. O catálogo privilegia obras que exploram desde a formação das cidades e sistemas econômicos até movimentos sociais e transformações políticas, sempre com um olhar crítico e fundamentado. A leitura costuma exigir atenção aos processos históricos e sociais, com textos que mesclam didatismo e reflexão, abordando desde o feudalismo até a industrialização e lutas operárias. Há também espaço para narrativas que exploram memórias pessoais e coletivas, às vezes com um tom mais intimista ou literário, o que indica uma diversidade que vai do ensaio histórico ao relato ficcional e poético.
