
Título: Carta a El Rey Dom Manuel
Autor: Pero Vaz de Caminha
Sinopse: Quando, em 1500, os portugueses chegaram ao nosso litoral, enviaram uma carta ao rei de Portugal descrevendo o que aqui encontraram. Redigida por um escrivão da frota de Pedro Álvares Cabral, Pero Vaz de Caminha, descreve as terras até então desconhecidas para eles, o contato com os nativos, a primeira missa e outros tantos aspectos da paisagem e dos povos indígenas – vindo a ser o primeiro documento literário desse território. Nesta adaptação, Rubem Braga procurou preservar, tanto quanto possível, o sabor da linguagem antiga, porém tornando-a mais acessível ao leitor atual, e mantendo a riqueza de detalhes desse descobrimento. Uma releitura do documento histórico – inscrito no Programa Memória do Mundo da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), com ilustrações estilizadas de Roger Mello, que narram cenas do Descobrimento com traços simples e delicados.
Contexto da obra
Na área de Linguística e Comunicação, livros como este costumam interessar por linguagem, discurso e mediação. “Carta a El Rey Dom Manuel”, de Pero Vaz de Caminha, publicado pela editora Global Editora, em 2019 e com 112 páginas, integra a categoria Livros de Linguística e Comunicação. Na prática, isso ajuda a entender melhor o lugar do livro entre linguagem, análise e formas de comunicação.
Editora: Global Editora
Páginas: 112
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526024477
ISBN13: 9788526024472
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,200
- Altura (cm): 25,00
- Largura (cm): 16,60
- Espessura (cm): 0,50
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
