
Título: Cartas a Victor Hugo
Autor: Louise Michel
Sinopse: Cartas a Victor Hugo, de Louise Michel, além de conter a história da Revolução Francesa por quem a vivenciou, é um verdadeiro estímulo à grande profissão de educar. Pois apresenta a história de uma mulher que mudou o rumo da História da França, através da educação. Louise Michel foi uma revolucionária da Comuna de Paris que não abriu mão do direito de lutar pela igualdade e pela liberdade. Presa, por mais de 10 anos, só aceitou sua soltura quando todos os revolucionários recebessem anistia. Ainda na prisão encontrava forças para defender seus amigos condenados à morte; forças para ensinar tribos canacas a lutarem e impedirem a invasão de suas terras. Forças para ser poeta e mulher. Por essas cartas que Louise Michel enviou a Victor Hugo, conseguimos vislumbrar um período histórico de lutas, vitórias, união do povo e a possibilidade real de igualdade, através da união das minorias e da edução.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Cartas a Victor Hugo”, de Louise Michel, publicado pela editora Horizonte, em 2005 e com 93 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Horizonte
Páginas: 93
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora HORIZONTE convidam a uma leitura que transita entre o rigor acadêmico e a narrativa acessível, abordando temas que vão da crítica literária e artística até questões políticas e sociais brasileiras. A experiência de leitura frequentemente envolve um mergulho em processos criativos, históricos e culturais, com textos que exploram desde a gênese de obras artísticas até a análise de conflitos sociais e ambientais. O tom varia entre o ensaístico e o didático, com ritmo que pode ser denso, mas que se equilibra com exemplos concretos e estudos de caso. O catálogo revela uma preocupação com temas contemporâneos, como feminismo, urbanidade e sustentabilidade, além de apresentar obras que dialogam com a história e a cultura popular.
