
Título: Castellio contra Calvino
Autor: Stefan Zweig
Sinopse: "Tolerancia frente a intolerancia, libertad frente a tutela, humanismo frente a fanatismo, individualismo frente a mecanización, conciencia frente a violencia? Todos estos nombres expresan una opción que en última instancia es la más personal y la más íntima, la que para todo individuo resulta de mayor importancia: lo humano o lo político, la ética o la razón, el individuo o la comunidad." Con estas palabras sella Stefan Zweig uno de sus libros más sugestivos e inquietantes, Castellio contra Calvino, revisión histórica de una controversia que trasciende las circunstancias de una época?las de un siglo XVI dominado por tensiones teológicas y abusos de poder que cristalizan en el asesinato de Servet?para convertirse en el planteamiento de una cuestión genérica y constitutivamente humana: la defensa de la libertad espiritual frente a la violencia ejercida desde el poder. "Un texto del mejor Zweig… impresionante, conmovedor." Gregorio Morán, La Vanguardia "La radiografía psicológica que Zweig elabora del carácter totalitario es demoledora, perfecta." Luis Fernando Moreno Claros, El País
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Castellio contra Calvino”, de Stefan Zweig, publicado pela editora Acantilado, em 2013 e com 256 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Acantilado
Páginas: 256
Ano: 2013
Edição: 1
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9788415689416
ISBN13: 9788415689416
Sobre a editora
Os livros da editora Acantilado apresentam uma leitura marcada pela profundidade histórica e literária, onde o passado se entrelaça com reflexões sobre a condição humana e a memória. Suas obras frequentemente exploram dilemas éticos, crises de identidade e narrativas que oscilam entre o íntimo e o coletivo, com uma prosa que pode ser ao mesmo tempo densa e envolvente. O catálogo sugere um interesse por textos que dialogam com grandes temas — como liberdade, amor, poder e isolamento — em contextos que vão do século XVI até o século XX, incluindo reconstruções cuidadosas de histórias e personagens. Há uma atenção especial à complexidade das emoções e ao exame da subjetividade, seja por meio de cartas, relatos autobiográficos ou ficção histórica.
