
Título: Cemiterio Perdido dos Filmes B: Redux
Autor: Almeida César
Sinopse: Gênios ou loucos? Aproveitadores ou revolucionários? Conheça a história de homens e mulheres que não desfilaram pelos tapetes vermelhos de Hollywood. Personagens que escreveram a história do cinema por linhas tortas, e cuja verdadeira importância poucas vezes foi apresentada com honestidade. Nomes como Roger Corman, Russ Meyer, Mario Bava, Terence Fisher e Jess Franco, que abriram passagens, quebraram tabus e tornaram-se mitos, influenciando até hoje cineastas da estirpe de Tim Burton e Quentin Tarantino. Os chamados filmes B dos anos 50, 60 e 70 são cultuados ao redor do mundo e nunca estiveram tão em voga. Em tempos modernos, a internet desempenhou um grande papel no resgate de muitas destas obras primas. O cemitério perdido dos Filmes B traça um panorama do cinema de baixo orçamento através das resenhas de 130 produções de diversos gêneros, da arte ao lixo, da genialidade à loucura, da paixão por fazer filmes à pura malandragem. Um retrato honesto e divertido dos heróis não celebrados da Sétima Arte.
Contexto da obra
Na área de Cinema e Artes Performáticas, livros como este costumam ampliar repertório e leitura crítica. “Cemiterio Perdido dos Filmes B: Redux”, de Almeida César, publicado pela editora Editora Estronho, em 2014 e com 320 páginas, integra a categoria Livros de Cinema e Artes Performáticas. Esse contexto costuma ser útil para entender melhor o alcance formativo e interpretativo do livro.
Editora: Editora Estronho
Páginas: 320
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 856459076X
ISBN13: 9788564590762
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,490
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,90
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Estronho convidam o leitor a explorar territórios narrativos que transitam entre o mistério, o cotidiano e a cultura pop com um olhar atento a detalhes pouco convencionais. O catálogo reúne obras que vão do horror com relatos de fenômenos estranhos e mutilações inexplicáveis a histórias urbanas marcadas por personagens marginalizados em ambientes reais, como bares paulistanos. Também há espaço para análises culturais e históricas que cruzam cinema, quadrinhos e música, revelando uma preocupação com o contexto social e artístico por trás das obras. O tom varia entre o investigativo e o intimista, com narrativas que ora apresentam ritmo veloz e emocional, ora se debruçam sobre pesquisas e cronologias precisas. Essa diversidade sugere uma editora que valoriza tanto o conteúdo informativo quanto o literário, com atenção a temas que provocam reflexão e envolvimento afetivo.
