
Título: Cidades Seridoenses - Caicó
Autor: João Maria Alves
Sinopse: A idéia do livro nasceu do fascínio de João Maria pela cidade e pela necessidade de promover um novo olhar à paisagem, que passa despercebida, segundo ele próprio explica. As fotografias são datadas a partir do ano de 1995 e além das paisagens naturais, são ilustrados os tipos humanos e a arquitetura de caicó. O livro é o primeiro de uma série sobre as cidades do seridó, com textos de Roberto Fontes e programação visual do experiente cartunista Brum. Tendo adquirido experiência em diversas redações do país, João Maria Alves é um dos fundadores do jornal da fotografia, participou de várias exposições fotográficas, coletivas e individuais, e foi um dos ganhadores do Prêmio Itaú Cultural de Fotografia. “Cidades Seridoenses: Caicó” teve seu primeiro lançamento em Caicó no dia 24 de julho, no Colégio Diocesano, durante a festa dos ex-alunos. No dia 25, o lançamento aconteceu no Bar do Ferreirinha, ponto de concentração da boemia caicoense. Em Natal, o lançamento ocorreu dia 28 de julho durante a reunião da SBPC, no Campus Universitário da UFRN, no estande do Sebo Vermelho.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Cidades Seridoenses – Caicó”, de João Maria Alves, publicado pela editora Sebo Vermelho, em 2010 e com 100 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Sebo Vermelho
Páginas: 100
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Sebo Vermelho costumam transportar o leitor a cenários históricos e regionais marcantes, especialmente do Nordeste brasileiro, com foco no Rio Grande do Norte. As narrativas frequentemente exploram personagens reais ou inspirados em figuras históricas, como coronéis, cangaceiros e líderes locais, além de trazer memórias e biografias que revelam tensões sociais, políticas e culturais. O tom varia entre o lírico e o documental, com algumas obras adotando um ritmo mais reflexivo, outras uma prosa mais direta e crítica. O catálogo sugere um interesse por histórias que dialogam com o passado e que, por vezes, apresentam conflitos entre tradição e modernidade, além de temas como identidade regional, poder e resistência.
